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GÓIS

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Editorial

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Freguesias

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Editorial

Pode um político falar a verdade? Pode e deve. Um político normalmente fala-nos a verdade?
Raramente.

É esta a leitura que o cidadão da rua terá, normalmente, da generalidade dos políticos. Eles, os políticos, têm a ingrata missão de administrar recursos escassos, satisfazer clientelas exigentes e, ao mesmo tempo, dar ao povo a sensação de que lhe está a resolver os seus problemas.

Daí que surja ao político que a melhor forma de resolver essa verdadeira quadratura do circulo é entrar no ciclo vicioso do endividamento não reprodutivo.

Por outro lado o político, em cada momento da sua específica carreira, é um ser de vida curta.
O seu horizonte de análise de conjuntura gira pelos quatro anos de cada mandato, daí que a forma mais expedita de resolver os problemas são estratégias de curto prazo que, muitas vezes, são abalroadas por novos figurantes resultantes de eleição ou remodelação.

Assim se chegou ao momento presente em que deixamos ao país (melhor dizendo aos nossos filhos e netos) a árdua tarefa de pagar esses erros.

Seria preferível que se falasse ao povo, que pode ser ignorante mas não é burro, a verdade e se lhe desse conta do verdadeiro estado da nação. O povo saberia reagir e apoiar quem lhe falasse sem rodriguinhos de economês enfeitados com extracto de demagogia.


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Notícias ADIBER

Música Clássica - Claude Debussy

Música Ligeira - Caetanao Veloso

Data e hora


FIGURA EM DESTAQUE



Chateubriand



Foi um escritor, ensaísta, diplomata e político francês que se imortalizou pela sua magnífica obra literária de carácter pré-romântico. . Nasceu a 4 de Setembro de 1768.





Informações

Beyoncé, cantora norte-americana. , nasceu a 4 de Setembro de 1981.






À venda na Papelaria Radical - 235778821



Eventos


























Notícias & Opinião



A Comissão de Melhoramentos de Cortes, freguesia de Alvares, concelho de Góis, vai comemorar o 80.º aniversário desta colectividade, no próximo dia 25 de Setembro. O programa agendado é o seguinte:

o 11.00h - Recepção dos convidados no adro da Capela de Cortes.
o 11.30h - Celebração de Missa Solene, em memória dos sócios
falecidos, na Capela de Cortes.
o 12.45h - Coreografia sobre o tema 'Vindimas', interpretado
pelas crianças do Pré-escolar da freguesia de Alvares.
o 13.00h - Almoço na Casa de Cultura e Recreio Claudino Alves
de Almeida.
o 14.30h - Homenagem em vida aos anteriores Presidentes da
Comissão de Melhoramentos.
o 17.30h - Torneio de futebol no Polidesportivo.
o 21.00h - Confraternização com música ao vivo [aberto a toda a
comunidade].

Refira-se que esta iniciativa vai contar com a presença de várias entidades, nomeadamente o Governador Civil de Coimbra, o Presidente da Assembleia Municipal de Góis, o Presidente de Câmara Municipal de Góis, o Presidente de Junta de Freguesia de Alvares, o Presidente da Direcção e Comandante AHBV Góis e o Comandante Posto Territorial de Góis – GNR.
in RCA, edição electrónicav

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Nos dias que correm, o mês de Agosto é aquele em que a Malhada e Casais recebem mais visitantes. As portas das nossas aldeias estão abertas durante todo o ano, mas as festas de Verão organizadas por todo o concelho e distrito atraem centenas de pessoas desejosas de diversão e descanso daquele que só é encontrado na serra. A ocasião é a ideal para regressar à aldeia de origem e reencontrar velhos amigos.Na Malhada e Casais, a Comissão de Festas preparou as actividades já tradicionais: os bailes com música de artistas convidados, a actuação do Rancho Folclórico Serra do Ceira, as provas desportivas, os torneios de sueca e chinquilho, e este ano também algumas novidades.Uma das imagens dos festejos deste Verão.


Entretanto, na CMMC estamos já a escrever os próximos capítulos na história das nossas aldeias.Ainda durante este ano teremos a excursão à Malhada por ocasião do fim-de-semana e feriado do Dia de Todos os Santos, o almoço do nosso 57º aniversário no final de Novembro, e talvez de forma inédita um evento a 31 de Dezembro em solo Malhadense!Mantenha-se por perto,Saudações Malhadenses

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A partir de textos de autores que marcaram a cultura humanística e literária da época, dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da sociedade portuguesa à data da implantação da República, serviram para lançar o desafio a uma dezena de ilustradores.
O resultado está patente na exposição "Letras e Cores, Ideias e Autores da República", preparada pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.
A mostra está patente ao público na biblioteca municipal de António Francisco Barata, em Góis, até ao dia 05 de Outubro, data em que se comemoram os 100 anos da implantação da República.
in Campeão das Províncias, 31/08/2010

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Uma nova farmácia

A nossa freguesia passou a ter, muitos anos depois uma moderna farmácia, possibilitando a prestação de um inestimável serviço à nossa população nos vários níveis da saúde. Seria mais um serviço normal, não fora a importância de que se reveste para a criação de mais e melhores condições para a fixação de população na nossa freguesia e freguesias Limítrofes. Num empreendorismo que deve ser realçado.
Enquanto alguns: teimam em nada fazer, ou tudo tentarem para fechar o que resta ..., há sempre alguém que acredita e promove o progresso, contrariando os ruídos da discórdia e do atraso. Este novo projecto, que partiu de alguém que não, sendo oriundo daqui, deu-nos o exemplo claro, de que não podemos resignar a ser cidadãos
de segunda, pobres e esquecidos.
Este sinal deve ser um alerta para aqueles que. se alimentam, do comentário fácil e que nada fazem de consequente em prol da sua comunidade, esquecendo-se que, com essas atitudes estão a acelerar o seu próprio definhamento. Quando a farmácia mais perto está localizada a 17 KM de distância, porque não fazer deste equipamento um ponto de encontro da nossa freguesia e das outras ao redor, aproveitando a nossa localização geográfica privilegiada? Este exemplo deve unir a nossa freguesia e aproximaras freguesias Limítrofes, porque ao torná-lo apelativo e consequente, estaremos a defender e a promover também, a nossa auto-estima. Enquanto residente e utente do serviço nacional de saúde, na freguesia, o meu muito obrigado ao promotor, pelo exemplo dado, e agora aguardo como naturalmente as críticas a mais esta "pesada herança" da anterior Junta de Freguesia. O tempo urge. Os diagnósticos estão feitos há muito tempo! Tempo!
Victor Duarte
Jornal de Arganil, 26/08/2010

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Efemérides do dia



4 de Setembro

1842 -
Casamento de Pedro II do Brasil com a princesa Teresa Cristina Maria de Bourbon.
1865 - Início do governo de Joaquim António de Aguiar como Primeiro-Ministro de Portugal.
1970 - Salvador Allende da Unidade Popular é eleito presidente do Chile por estreita margem. Por não ter obtido a maioria dos votos, precisa ser confirmado pelo Congresso, conforme a lei então vigente.

Nasceram neste dia...
1768 -
François-René de Chateaubriand, poeta francês.
1824 - Anton Bruckner, compositor austríaco (m. 1896)
1981 -
Beyoncé, cantora norte-americano.

Morreram neste dia...
1907 - Edvard Grieg,
compositor norueguês (n. 1843)
1995 - Paulo Gracindo,
actor de teatro, cinema e televisão brasileiro (n. 1911).
2008 - Fernando Torres, actor e encenador brasileiro (n. 1927).



MMMFrases do dia..............

"Queiroz foi julgado por um organismo governamental que, sendo parte interessada na matéria em apreço, decidiu em causa própria. É muito estranho este conceito de justiça..."
Paulo Ferreira,
Jornal de Notícias



"Não faz sentido a Autoridade Antidopagem chamar a si o caso por ficar insatisfeita com a pena para logo de seguida lhe aplicar uma pena atenuada. Nada disto faz sentido. Eu não gosto de Queiroz. Mas ainda gosto menos da forma vergonhosa como ele anda a ser tratado."
João Miguel Tavares
Correio da Manhã



Vive-se uma desmagnetização geral dos valores, e sem valores pode haver chefias, mas não há lideranças. Pode haver impulsos, mas não há soluções. Pode haver gestão, mas não há visão.
Manuel Maria Carrilho
Diário de Notícias


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No âmbito do projecto "Progredir em Igualdade e Cidadania", e numa organização da Santa Casa da Misericórdia de Góis, no próximo dia 31 de Agosto, vai decorrer um convívio interinstitucional, no Parque do Cerejal, em Góis. Segundo o programa agendado, pelas 12 horas, terá lugar a recepção dos participantes, seguindo-se uma sardinhada pelas 12h30. A partir das 14 horas, haverá animação ao ar livre, encerrando esta iniciativa com um lanche.
in RCA, edição electrónica

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Avelino Martins reeleito

Realizou-se na Casa de Convívio do Esporão, no passado dia 13 do corrente mês a Assembleia-geral da nossa comissão para a eleição dos corpos gerentes para o período de 2010/2013, que foram eleitos por unanimidade. Realçamos o elevado número de presenças, de conterrâneos,
assim como a sua participação nos assuntos presentes no ponto "outros assuntos de interesse para o Esporão e Comissão", sobe a presidência do Dr. António Bandeira Bento, que orientou o desenrolar da Ordem do Trabalhador.
O presidente de direcção, Avelino Martins, deu conhecimento dos assuntos que estão de momento a, ser tratados com saliência para a construção do tanque contra incêndios [com capacidade para125.000 litros de água por intermédio da PRODER; colocação de resguardos na Estrada do Esporão e povoação; arranjo dos bancos do parque; construção do centro de férias pelo Sindicato dos Seguros; contratos efectuados com à PORTUCEL/SOPORCEL relativos às propriedades do Casal, assim como a futura colocação de marcos nos mesmos; efectivação das festas de S. Miguel e os custos nas obras efectuadas na Capela e Telhado da Casa de Convívio no valor de 25.00 euros.
Depois foram solicitados vários pedidos de esclarecimentos pelos conterrâneos relativos aos terrenos do Casal do Esporão e alguns problemas resultantes no aproveitamento das atestadas antigamente que mereceram a devida resposta pelos directores presentes.
O presidente de direcção deu ainda uma palavra de agradecimento a todos os seus colegas que consigo trabalharam no último mandato, salientando emocionadamente o excepcional trabalho da sua colega lIda Celeste Ferreira, não só na organização anual das festas de S. Miguel, como na cobrança da quotização e, em inúmeras funções pedidas, lamentando;
mas compreendendo a sua ausência temporária como efectiva na Direcção unas estando crente que continuará connosco.
'Por fim, Ilda Ferreira ofertou um enorme quadro em moldura com o , emblema da Comissão bordado à mão por si para o Salão da Casa de Convívio, que mereceu os nosso agradecimentos e fortes aplausos de todos os presentes.
Finalmente foi solicitado um apelo para' admissão de novos sócios (familiares e amigos) e oferecido um pequeno lanche no Bar pelos conterrâneos João Simões e Manuela Batista.

Corpos Gerentes para2010/2013 - Lista A

Assembleia Geral
Presidente - Dr. António Bandeira Bento
Vice-presidente -António Francisco Brito
1.º Secretário - Maria Manuela Bandeira das Neves Batista
2.ºSecretário - Abílio Antunes Bandeira
Suplente -José Cardoso Bandeira
Suplente - João Alberto Ferreira Russo

Direcção
Presidente - Avelino Lopes Martins
Vice-presidente - Dr. Luís Filipe Pinheiro Martins
Tesoureiro - Adriano Rodrigues Filipe
Tesoureiro-adjunto - Luís Manuel Bandeira das Neves Martins
1.º Secretário - Edgar Barata Batista
2.º Secretário - Pedra Miguel Pinheiro Martins
1.ºVogal- Dr. Alberto Manuel Henriques Barata
2.º Vogal - Maria Olinda Bandeira Neves Almeida Simões
3.º Vogal - Casimira Martins Rodrigues
1.º Suplente - Ilda Celeste Barata Ferreira
2.º Suplente - Abílio Eusébio Sequeira Cardoso Bandeira
3.º Suplente - Maria Olinda Bandeira Simões
4. Suplente - Casimira Antunes Bandeira
5.º Suplente - Maria Isabel Barata Bandeira
6.º Suplente - Cátia Andreia Ferreira Adão
7.º Suplente - Joaquim Ramalho Domingos

Conselho Fiscal
Presidente - Dr.ª Marisa Clara Bandeira Barata
1.º Secretário - Paulo Jorge Dias Afonso
Vogal - Pedro Manuel Campos Dias Nogueira
Suplente - Dr. José António Bandeira Domingos
Suplente - Luís Maria Rebelo de Oliveira
in RCA, edição electrónica

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Edições Movimento



Soneto..............................

Viva a República!

Ao Prof. Amadeu Carvalho Homem


Sem mácula, sem sombra de pecado,
como a terão sonhado os seus autores,
saibam manter seus actuais mentores
a alvura original do seu legado!


Seja ela sempre, como no passado,
o sol dos nossos cívicos amores
sem nunca dar motivo a dissabores
por qualquer passo menos acertado!


Que não se deixe nunca corromper
por cidadãos movidos de ambições
que importa a todo o transe combater!


Viva a República! hoje como outrora,
límpida e limpa, em nossos corações,
onde há cem anos instalada mora



João de Castro Nunes









Estatutos


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Final: Peneda, Góis

A grande final do II Torneio de Vólei Praias Fluviais Aldeias do Xisto é disputada no próximo dia 27 de Agosto, pelas 10h na belíssima Praia Fluvial da Peneda, bem no centro de Góis. Enquanto assiste a um grande espectáculo que as equipas finalistas proporcionarão, refresque-se e desfrute desde local magnífico, um paraíso de água e sol no rio Ceira, entre as Serras do Açor e da Lousã.
Tem ainda ao seu dispor dezenas de livros que pode solicitar junto ao concessionário da Praia. A iniciativa'Praias Fluviais: aqui lê-se bem' é apoiada pelo Plano Nacional de Leitura.

Venha descobrir as Praias Fluviais Aldeias do Xisto!

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17.a edição terminou ontem com sucesso, estando já garantidos o suporte indispensável da autarquia e da Central de Cervejas para mais uma edição
Foi com um saldo positivo que terminou ontem a XVII edição da Concentração Mototurística de Góis, tendo sido alcançados os objectivos em termos de adesão e a boa convivência sem incidentes de maior.
Fazendo o saldo possível logo a seguir ao término do evento, Jaime Garcia, vice-presidente do Góis Moto Clube, explicou que o número de participantes, cerca de 10 mil foi conseguido, somando-se outros tantos visitantes, atraídos pelas motos, concertos e iniciativas paralelas, como as actividades radicais, a bike show e os encontros de Vespas e mini-Hondas, entre outras.
A título de exemplo, refere que no sábado à noite, em que actuaram os "Xutos e Pontapés", a organização estima que tenham estado em Góis mais de 20 mil pessoas, entre as que visitaram o recinto e os curiosos que se deslocaram à vila.
Trata-se de números constantes nos últimos anos, até porque a logística do espaço a isso obriga. "Inicialmente, duplicávamos os participantes anualmente, até que tivemos de limitar as inscrições", refere Jaime Garcia, explicando que, "a partir de determinada altura" as coisas estabilizaram nos actuais cerca de 10 mil motards.
Com tanta mota junta na pequena vila de Góis, os acidentes são inevitáveis, contudo, de acordo com o vice-presidente do Moto Clube de Góis, não houve ocorrências graves, a maior parte delas queimaduras e ferimentos ligeiro. O incidente com maiores consequências ocorreu no sábado à noite com o atropelamento de uma mulher numa passadeira e a fuga do motociclista (ver caixa).
Ontem de manhã, no dia em que tradicionalmente os motociclistas "arrumam a trouxa" regressam a casa, a vila de Góis estava ainda cheia de animação, com muitas motas a circularem e os cafés cheios de gente, quiçá com pouca vontade de deixar o local.
Jaime Garcia explica que o Parque Natural de Mototurismo, onde o rio Ceira é ex-libris, assim como a natureza de Góis e dos concelhos vizinhos fazem a matriz desta concentração, sempre com a intervenção da organização.
"O Góis Moto Clube faz sempre a divulgação dos roteiros da região", explica o dirigente, frisando que isso acaba sempre por ter reflexo na estadia dos motociclistas. Uns aproveitam os dias de concentração para passear autonomamente pelos concelhos vizinhos, e outros fazem coincidir o período de férias, vindo antecipadamente ou ficando mais uns dias após o final do encontro.
Certo é, também que o tempo ajudou a um bom desfecho de mais uma concentração de Góis, referindo Jaime Garcia que acontecimentos como os incêndios também pouparam a organização, ficando intocado o verde das serras vizinhas.
Como corolário de mais uma concentração sem problemas, o Moto Clube de Góis garantiu já os principais apoios para que a ventura continue em 2011, nomeadamente por parte da Central de Cervejas, através da marca "Sagres Zero", e da autarquia de Góis, cujo novo executivo "ficou bastante agradado".
"Sem estes dois apoios a concentração seria colocada em causa", frisa Jaime Garcia, explicando que, perante um orçamento de cerca de 400 mil euros, "a concentração seria colocada em causa", uma vez que "estaria dependente apenas da bilheteira" e, consequentemente das condições meteorológicas.

Motard atropela mulher "e abandona o local"

Uma mulher, com cerca de 30 anos, ficou ferida com alguma gravidade em consequência de um atropelamento por um motociclo sábado, cerca das 23h00, na EN-2, junto à zona industrial de Góis, vila onde este fim-de-semana se realizou a já tradicional Concentração Mototurística com a presença de milhares de motards, de todo o país.
Não foi possível confirmar se o condutor da moto envolvida no acidente seria um dos participantes no evento que terminou ontem, no entanto, de acordo com João Prata, comandante dos Bombeiros Voluntários de Góis, o atropelamento aconteceu "no perímetro da concentração", no sentido Góis - Vila Nova do Ceira.
O responsável adiantou que a mulher estaria a atravessar a estrada numa passadeira quando foi abalroada por uma moto. Quando os bombeiros - oito homens em duas ambulâncias - chegaram ao local apenas encontraram a ferida deitada no chão e a moto que a tinha atropelado "caída mais à frente, já sem o ou os ocupantes".
"Abandonaram o local sem prestarem auxílio à vítima", confirmou João Prata. A jovem foi inicialmente transportada para o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Góis e, posteriormente, para os HUC com uma fractura num membro inferior e um traumatismo na cabeça.
in Diário de Coimbra, 23/08/2010

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Gente



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Durante quatro dias, uma pequena vila do distrito de Coimbra transforma-se num santuário para os motards. A população triplica, o som dos motores é constante.

S. Rafael, o padroeiro dos motards, não pode estar em todo o lado ao mesmo tempo, muito menos em Góis, onde mais de 20 mil motociclistas ocupam a vila durante um fim-de-semana e a cruzam freneticamente de um lado para o outro, desafiando, por vezes, os limites de velocidade e do bom senso. Mas o santo, que em algumas peças de arte sacra mais arrojadas é representado de hábito comprido, capacete e ao volante de uma motorizada, pode muito bem ter sido providencial num choque que aconteceu entre uma mota e um carro logo à entrada da vila. Foi só chapa com chapa. E "tá tudo bem com a bicha" de duas rodas, garantem as testemunhas.

Durante os quatro dias da concentração motard, que termina hoje em Góis, o barulho dos motores em ebulição paira sobre o centro urbano e houvesse à distância. A tão louvada tranquilidade de Góis, atravessada pelo rio Ceira, é virada do avesso: durante a concentração, a população desta sede de concelho do interior do distrito de Coimbra triplica e as motas - grandes, pequenas, de corrida, de estrada, moto-quatro - estão por todo lado. Os carros que se cuidem, as estradas são dos veículos de duas rodas. Até dentro do parque campismo, onde grande parte dos visitantes vai ficar instalada, pequenas deslocações até à casa de banho são feitas de mota.

No primeiro ano em que a concentração se realizou, em 1993,este encontro de motards recebeu apenas 150 participantes. Era, na altura, uma pequena família de aficionados, mas que, desde então, nunca parou de crescer, Hoje é considerada a segunda maior concentração motard do país e com muitos participantes indefectíveis, espanhóis e portugueses. Não é só a vila e o enquadramento natural que fazem a diferença, dizem os participantes, é também o caminho que se faz até lá chegar.
"Quilómetros e quilómetros de bom alcatrão, boas protecções de estrada e curvas, muitas curvas.
E, claro, a paisagem magnífica de Portugal", descreve Hugo Castro, de 32 anos, motociclista que se deslocou das Caldas da Rainha até Góis.

Vêm do Norte e do Sul, de Espanha e de outros países europeus. A maioria viaja em grupo, alguns sozinhos, numa longa jornada solitária pela estrada fora. E quando finalmente entram na vila depois de horas ou dias na estrada; o feito é celebrado com acelerações trepidantes e uma saraivada de fumo que sai dos tubos de escapes e aterroriza os peões mais distraídos que circulam no passeio. Nas esplanadas na margem do rio, retribui-se a saudação de chegada com palmas e gritos de incentivo. "Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe!", ouve-se.

Uma "grande animação

"Em Góis, alguns habitantes preferem sair de casa quando a concentração motard chega, mas a grande maioria dos poucos milhares de habitantes parece gostar da agitação que o encontro traz à vila. "Tá-se bem em Góis" é o slogan da concentração e Olinda Ramos, de 75 anos, concorda."Isto sem esta agitação não era a mesma coisa. Eu gosto das motas. São três ou quatro dias em que se dorme pior, mas é uma grande animação. No domingo, quando se vão embora, a vila fica assim quieta e vazia", conta a moradora, empurrando o carrinho de bebé da neta, no passeio da margem do Ceira. "Até ela já gosta de motos",diz, apontando para o carrinho.

Para que os motards continuem a ser bem-vindos, a organização, a cargo do Moto Clube de Góis, esforça-se por apelar ao bom senso dos participantes. "Motard: respeita o período de descanso de idosos e crianças", lê-se em cartazes espalhados pela vila. Há sempre alguns excessos, mas em compensação os cafés e os restaurantes enchem-se, a feira abre-se a visitantes e populares durante quatro dias. A maioria dos produtos à venda está relaciona da com a cultura motard: coletes de cabedal, calças de ganga, botas, tatuagens; emblemas e insígnias de todos os gostos para coser nos casacos. "Os Boinas Verdes não morrem, reagrupam-se no inferno", proclama-se num emblema, dedicado aos motociclistas pára-quedistas. Ao lado das barraquinhas da feira, também os grupos motards instalam as suas próprias bancas. Um dos grupos presentes é a filial portuguesa dos Hells Angels, um dos mais famosos grupos de motards do mundo, que teve origem em 1948 no estado da Califórnia, nos Estados Unidos da América.

No último dia da concentração, e num gesto de tributo à população de Góis, os motards desfilam pelas ruas principais da vila banhada pelas águas calmas do Ceira. E o povo, por vezes, assoma às janelas para ver passar o cortejo. A romaria regressa para o ano.
in Cidades, Público 22/08/2010

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mmm

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Durante quatro dias, uma pequena vila do distrito de Coimbra transforma-se num santuário para os motards. A população triplica, o som dos motores é constante.

S. Rafael, o padroeiro dos motards, não pode estar em todo o lado ao mesmo tempo, muito menos em Góis, onde mais de 20 mil motociclistas ocupam a vila durante um fim-de-semana e a cruzam freneticamente de um lado para o outro, desafiando, por vezes, os limites de velocidade e do bom senso. Mas o santo, que em algumas peças de arte sacra mais arrojadas é representado de hábito comprido, capacete e ao volante de uma motorizada, pode muito bem ter sido providencial num choque que aconteceu entre uma mota e um carro logo à entrada da vila. Foi só chapa com chapa. E "tá tudo bem com a bicha" de duas rodas, garantem as testemunhas.

Durante os quatro dias da concentração motard, que termina hoje em Góis, o barulho dos motores em ebulição paira sobre o centro urbano e houvesse à distância. A tão louvada tranquilidade de Góis, atravessada pelo rio Ceira, é virada do avesso: durante a concentração, a população desta sede de concelho do interior do distrito de Coimbra triplica e as motas - grandes, pequenas, de corrida, de estrada, moto-quatro - estão por todo lado. Os carros que se cuidem, as estradas são dos veículos de duas rodas. Até dentro do parque campismo, onde grande parte dos visitantes vai ficar instalada, pequenas deslocações até à casa de banho são feitas de mota.

No primeiro ano em que a concentração se realizou, em 1993,este encontro de motards recebeu apenas 150 participantes. Era, na altura, uma pequena família de aficionados, mas que, desde então, nunca parou de crescer, Hoje é considerada a segunda maior concentração motard do país e com muitos participantes indefectíveis, espanhóis e portugueses. Não é só a vila e o enquadramento natural que fazem a diferença, dizem os participantes, é também o caminho que se faz até lá chegar.
"Quilómetros e quilómetros de bom alcatrão, boas protecções de estrada e curvas, muitas curvas.
E, claro, a paisagem magnífica de Portugal", descreve Hugo Castro, de 32 anos, motociclista que se deslocou das Caldas da Rainha até Góis.

Vêm do Norte e do Sul, de Espanha e de outros países europeus. A maioria viaja em grupo, alguns sozinhos, numa longa jornada solitária pela estrada fora. E quando finalmente entram na vila depois de horas ou dias na estrada; o feito é celebrado com acelerações trepidantes e uma saraivada de fumo que sai dos tubos de escapes e aterroriza os peões mais distraídos que circulam no passeio. Nas esplanadas na margem do rio, retribui-se a saudação de chegada com palmas e gritos de incentivo. "Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe!", ouve-se.

Uma "grande animação

"Em Góis, alguns habitantes preferem sair de casa quando a concentração motard chega, mas a grande maioria dos poucos milhares de habitantes parece gostar da agitação que o encontro traz à vila. "Tá-se bem em Góis" é o slogan da concentração e Olinda Ramos, de 75 anos, concorda."Isto sem esta agitação não era a mesma coisa. Eu gosto das motas. São três ou quatro dias em que se dorme pior, mas é uma grande animação. No domingo, quando se vão embora, a vila fica assim quieta e vazia", conta a moradora, empurrando o carrinho de bebé da neta, no passeio da margem do Ceira. "Até ela já gosta de motos",diz, apontando para o carrinho.

Para que os motards continuem a ser bem-vindos, a organização, a cargo do Moto Clube de Góis, esforça-se por apelar ao bom senso dos participantes. "Motard: respeita o período de descanso de idosos e crianças", lê-se em cartazes espalhados pela vila. Há sempre alguns excessos, mas em compensação os cafés e os restaurantes enchem-se, a feira abre-se a visitantes e populares durante quatro dias. A maioria dos produtos à venda está relaciona da com a cultura motard: coletes de cabedal, calças de ganga, botas, tatuagens; emblemas e insígnias de todos os gostos para coser nos casacos. "Os Boinas Verdes não morrem, reagrupam-se no inferno", proclama-se num emblema, dedicado aos motociclistas pára-quedistas. Ao lado das barraquinhas da feira, também os grupos motards instalam as suas próprias bancas. Um dos grupos presentes é a filial portuguesa dos Hells Angels, um dos mais famosos grupos de motards do mundo, que teve origem em 1948 no estado da Califórnia, nos Estados Unidos da América.

No último dia da concentração, e num gesto de tributo à população de Góis, os motards desfilam pelas ruas principais da vila banhada pelas águas calmas do Ceira. E o povo, por vezes, assoma às janelas para ver passar o cortejo. A romaria regressa para o ano.
in Cidades, Público 22/08/2010

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Concentração traz barulho
e manobras arriscadas
mas é um forte estímulo
para o comércio local

Góis Donos de cafés e restaurante são quem mais lucra


Quando uma pequena vila, com menos de dois mil residentes, é invadida por uma multidão de cerca de 15 milpessoas é fácil adivinhar que a quietude do lugar se transforma por completo.Mas com tanta gente chegam também boas hipóteses de negócio.

À beira do Ceira poisam até hoje mais de oito mil motos, de duas rodas mas também de quatro. Quase ninguém pega na moto até à hora de abalada, embora haja quem se entretenha a fazer o máximo de barulho com as acelerações das máquinas, num rodopio imparável durante toda a noite.

Tudo isto se passa dentro do recinto do campismo, mas também nas ruas da vila, onde durante estes quatro dias se pode conduzir sem capacete, ou assistir às manobras arriscadas de muitos condutores que, há muito, já terão ultrapassado o limite de álcool permitido .
Não está certo o que se passa à noite no campismo. As pessoas que fazem barulho com as motos não respeitamos outros. Há aqui muitas famílias de motards com crianças pequenas", diz Ana Lopes,da Lousã.

A Concentração significa para a vila de Góis um importante pólo de afirmação a nível nacional e internacional. De ano para ano são a cada vez mais os estrangeiros, sobretudo espanhóis. "Na verdade, nestes dias são bons para o negócio, mas também trazem muita confusão'. Góis não está preparada para receber tanta gente dísse ao a proprietária do café-restaurante Beira Rio, situado pelo do local dos concertos e um dos mais frequentados pelos visitantes.

E é no sector da hotelaria que a população mais lucra. No bar na os Praia da Peneda, António Figueiredo não esconde que "estes dias de são importantes para a vila, para o negócio, para o turismo" .
in Diário de Notícias, 22/08/2010

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Foi o fim-de-semana que coincidiu com o Dia dos Namorados e passou-se "Longe, longe da cidade", saboreando o arroz de lampreia preparado carinhosamente no Panorâmico (Penacova), sentindo o frio intenso, a chuva e o vento, e vendo que o Carnaval, este ano, era surpreendentemente branco, Góis foi um agradável acaso.

Tal como um grande amor pode surgir de uma casualidade ou duma resposta inesperada.

A vila de Góis, perto de Lousã, é "sem data nem tempo", tão remota como o reinado de D.Teresa; tão consumida como a sua ponte manuelina de três arcos que une os dois lados rio Ceira; tão única como a fonte revestida de azulejos hispano-árabes do século XVI, que se encontra no Largo do Pombal.
Neste mesmo largo, encontrei razões para não dar razão ao Principezinho quando este diz à sua amiga raposa que "O essencial é invisível para os olhos". O amor toma-se mais visível no Dia dos Namorados (com uma rosa, um postal ... Em Góis eu vi-o, ouvi-o e li-o.

Primeiro foi a concertina tocada com prazer ... Vinha (por acaso?) da casa em frente à Escola de Concertinas e Violas de Góis, na Antiga Rua da Igreja (provavelmente seria alguém do Grupo de Concertinistas de Góis?).

Os habitantes desta vila devem ser mais felizes às quintas (o dia das aulas na escola) porque o som destes instrumentos deve ouvir-se por todo o centro de Góis... e no Verão então?! As janelas aí que se abrem de par em par para também nas casas a concertina entrar. Depois reparámos em duas meninas sentadas no mesmo degrau, viradas para o mesmo lado, numa escadaria a olhar para a igreja. Não teriam mais de doze ou treze anos. Imaginei, porque envolvida pelo espírito de São Valentim, que cada uma delas escrevia ou lia um e-mail amoroso que as deixava indiferentes ao frio, num amor adolescente abençoado por Deus! Finalmente, enterneceu-me a casa amorosa baptizada com o n.º 4. É, com certeza, o refúgio de um artista fugido à agitação da cidade grande, onde o Dia dos Namorados se passa "Para sempre neste lugar" junto à lareira. As paredes caiadas tomaram-se as folhas brancas de papel e a tela onde essa criatura pintou, virtuosamente, umas flores lilases e onde escreveu versos da sua autoria. Aqui debaixo, donde lhe admiro o talento, não sou capaz de lê-los. Foram pensados para aqueles que têm o privilégio de serem chamados a subir ao primeiro andar. Porém, com a sua alma generosa de artista, dedicou também umas linhas a rimar a todos aqueles que não transpõem a porta: "Pedras soltas sem cimento/ Pedras sem data nem tempo/Casa que fala verdade/Para sempre neste lugar/ Longe, longe da cidade" .

Céu Mota
Santa Maria da Feira
In "Fugas" Jornal Público 21/08/2010

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Folhas Soltas do Cadafaz

No dia 25 do corrente foi celebrada missa e leilão de ofertas em louvor de São Tiago na Capela de Nossa Senhora do Desterro. desta Paróquia, cuja celebração religiosa foi feita pelo Ver. Sr. Padre Ramiro da Paróquia de Alvares, a quem nos sentimos muito reconhecidos pela sua amável disponibilidade e interesse em dar continuidade a uma cerimonia de
grande tradição, quer para a freguesia de Cadafaz quer para as localidades das freguesias mais próximas onde todos se encontravam e confraternizavam.
No entanto, não deixa de ser incompreensível que o Rev. Sr. Padre Carlos desta paróquia(já há algumas décadas nunca tenha celebrado missa naquela Capela. Se por desconhecimento, não conhece o legado da Igreja Matriz de Cadafaz, do qual esta faz parte das nove capelas.
Se, por falta de observância na informação e localização pelas Comissões de Culto...algo nos deixa apreensivos, sendo esta de conhecimento geral e de obrigatoriedade, quer nas cerimónias quer no rigor a que obedecia a presença dos mordamos na Sacristia desta. Igreja para prestação de contas) despesas e eleição de novo mordomo, que normalmente foram sempre das Mestras. Hoje riem sequer é anunciada celebração de missa para conhecimento dos paroquianos de Cadafaz, mesmo não sendo pelo celebrante responsável.
Felizmente a Capela tem sido multo bem conservada e isto graças ao zelo e empenho do seu Mordomo, o Sr. Alcindo, natural da povoação de Mestras (Café Toca do Judeu). Oxalá possa continuar a cuidar com a sua dedicação a obra que os antepassados nos legaram.
- E porque também esta Capela faz parte dos Retalho Históricos de Cadafaz - não posso deixar de transcrever um pequeno resumo, de um apontamento referente ,ao ano de 1853.- "Livro q'hade servir ª. asentar as Esmolas que desem a Nossa Senhora do Desterro situada na CHAN da CRUZ, freguesia de Nossa Senhora das Neves de CADAFAZ"-.Aos 19 de Julho de 1853
O Parocho Antonio Leitão da Costa Matos?
O Mordamo -Joaquim Alves -Mestras"
Sendo nomeado para ó ano de 1853/1854- Luiz Almeida-Mestras"
Sendo nomeado para o ano de 1853/1854 Luiz Almeida - Mestras.
Tal como foi descrito no doc. já mencionado, as esmolas e despezas eram rigorosamente mencionadas no Livro e assim podemos apreciar e tornar conhecimento de algumas obras com a Capela: Em 1855 - Obras de levantamento da Capela-Mor da Ermida; Compra de paramentos, arca, cálices etc.; 1859 -Nova reedificação da capela-mor: 1863 -Obras na capela; 1887/1889 -Obras de grande vulto na Capela e construção da Sacristia; 1891 -Obras e compra de quatro Lanternas a 900 reis cada.
Outras se foram efectuando ao longo dos anos, e a obra actual está à vista. Também em tempos passados, além dos festejos no dia de São Tiago era habitual celebração de missa no dia de S. José todos os anos.
OPINIÃO:- Creio que o património histórico escrito tem estado demasiado tempo fechado aos olhos de quem gosta de saber algo mais. Tal como o aproveitamento do saber do povo. Será tempo de investigar e, procurar para conhecer e...APRENDER. Talvez por esta razão tenho tanto gosto de ir transmitindo o que vou conseguindo saber sobre CADAFAZ.- A.SILVA
in Jornal de Arganil, 19/08/2010

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