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Editorial

Góis em Notícias

Comentários

Comentários:
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Pôr a máscara na cara
para sem risco ofender
equivale a quem dispara
de embuscada, sem se ver!
JCN
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Liberdade (neste caso, de expressão) implica responsabilidade. Todos sabemos que na sociedade humana sempre houve, há e continuará a haver, a covardia, a inveja ou a demência. E não é facilitando montras públicas que as combatemos ou contribuímos para a sua cura. Há outros modos de proceder. Mais uma vez emito a opinião de que, à semelhança de qualquer jornal ou revista idónea (que só publica artigos ou cartas de leitores a quem se identifique à Redacção pelo seu nome e endereço), este Portal prestaria um melhor serviço à comunidade goiense se não permitisse o anonimato. As cartas anónimas (tal como mails, mensagens ou o que quer que sejam), por mais interesse que possam ter, concordemos ou não com as ideias transmitidas, são nefastas a uma sociedade sã e devem ter um único destino: o saco do lixo. JNR

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Na crítica o anonimado,
sem recorrer à alegoria,
tem substantivo apropriado
e indubitável: cobardia!
JNR

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É triste o entendimento Que a verdade está desse lado Ainda que seja eufemismo Basta de olhar enfatuado Num rasgo de narcisismo Félix Tadeu

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Editorial

Desertificação local


Pela leitura da Acta da Reunião Ordinária de 9 de Fevereiro da Câmara Municipal verifica-se que o mercado semanal, pelo menos temporariamente, vai regressar ao Pombal.

Sabemos que ele foi transferida para outro local por motivo das obras a realizar no mesmo largo, obras essas que, na opinião de muitos goienses, o descaracterizaram sem lhe juntar uma mais valia urbanística.

Por outro lado a retirada do mercado do digamos, centro histórico de Góis, deu uma forte contribuição para a continuada desertificação daquela zona.

Por esta razão julgamos que o mercado aí deveria permanecer até que o seu desenvolvimento viesse a demonstrar que o espaço, que durante anos e anos o acolheu, não reunia mais as condições para o fazer.

Por outro lado a construção de um mercado municipal pode colocar uma pergunta para a qual haverá certamente uma resposta. Que actividades ele irá recolher nos restantes seis dias da semana que sejam, comprovadamente, sustentáveis economicamente?

Responda quem souber.




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