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Junho 2010

Góis em Notícias


Junho - Livro de horas do Duque de Berry

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Monografia de Cortes

Memórias do antigamente

A história de um povo é feita passo a passo ao longo dos anos, de geração em geração, com progressões sucessivas que acompanham o desenvolvimento social, económico e tecnológico. É o povo que faz a sua história! É o povo que faz a sua cultura!

Como menciona o Dr. Samuel Mateus no seu livro" Memórias do Antigamente, "logo na primeira página: " A verdadeira autoria desta monografia pertence ao povo. São os seus habitantes, filhos e netos que lhe dão alma e que tornaram possível perpetuar os usos e Costumes de um tempo que já não é nosso. Uma vida serrana, rural e agrícola, tantas vezes feita de alegria, outras tantas feitas de sacrifício e suor" .
Mas, a história de um povo não acaba aqui, continua hoje e continuará a realizar-se amanhã. Permanece durante muito tempo e continua a acontecer diariamente.

A história e a cultura de um povo é perpétua, como acontece com a História de Portugal que é ensinada nas nossas escolas ás novas gerações e, para que isso acontecesse foram elaborados ao longo dos séculos milhares de documentos, manuscritos e registos, escritos por pessoas sapientes e interessadas em passar a torrente da história às gerações vindouras.

Muitos historiadores escreveram livros sobre a história dos povos. Muitos jornalistas e escrivães narram os usos e costumes de povos regionais. Samuel Mateus, mestre em Ciências da Comunicação, um descendente de um filho de Cortes, em hora amiga lembrou-se em registar num livro a história e a cultura dos Cortenses, com o apoio da sua Comissão de Melhoramentos.

Quem ler ou manusear "Memórias do Antigamente" , vai encontrar uma réplica da vivência quotidiana dos cortenses de outrora, contada com todo o pormenor e uma escrita simples e de fácil leitura. Desde a situação geográfica, hidrográfica, geológica e climática de Cortes, a sua flora e fauna, a sua história e origens, o êxodo rural, a arquitectura, os trajes, a gastronomia, as mezinhas, os cantares, a socialização do povo, a religião e romarias, a inspecção militar; os seus fontanários e o regionalismo cortense .

Todos os filhos e descendentes de Cortes deviam de ter esta monografia numa estante da sua biblioteca, pois representa o "ex-Iibris " da comunidade cortense, uma enciclopédia das tradições, usos e costumes, de um povo que tanto lutou pela sua sobrevivência, seu desenvolvimento social e modernização do seu torrão natal. Quem conheceu Cortes nos anos 50 e acompanhou as grandes transformações que esta aldeia, localizada num planalto rodeado de rios e ribeiros, próximo de uma das bases da serra da Lousã e da barragem do Cabríl, sofreu ao longo dos tempos, essa pessoa dará uma enorme importância a este livro.

Termino esta crónica, transcrevendo o que vem na contracapa do livro: - " ouvindo cantar o rio e o sussurrar do vento no pinhal, nasceu uma formosa povoação. Lá no meio da serra, onde o verde surge polvilhado de branco, distingue-se Cortes. O que aqui se conta é a sua história: a vida do antigamente com os seus labores, dificuldades e contrariedades. Mas igualmente as suas alegrias, os seus cantares e as suas festividades. Esta monografia é uma homenagem ao seu povo. Que as suas tradições e costumes perdurem na memória de todos" .
CARLOS TOMÉ
in Jornal de Arganil, 03/06/2010

Alvares - Góis ZIF Ribeira do Sinhel
Informe-se, Adira e Divulgue


Algares, ,Alvares, Arnieiros, Arníosinho, Amioso Cimeiro, Amioso do Senhor, Amioso Fundeiro, Bolça, Cabeçadas, Candeia, Canlçal, Carrasquesa, Casal Novo, Chá de Alvares, Cilha Velha, Coelhosa, Carga da Vaca, Cortes, Estevianas,
Fonte dos Sapos, Fonte Limpa, Foz, Lomba, Madeiros, Mega Cimeira, Mega Fundeira, Mllreu, Obrais, Portela do Torgal,
Relva da Mó, Roda Cimeira, Roda Fundeira, Slmantorta, Telhada, Vaie da Fonte, Vale do Laço, Varzina

Decorreu, no passado dia 22 Maio, na Casa do Concelho de Góis; novo encontro para apresentação da ZIF da Ribeira do Sinhel e discutir a proposta de Regulamento Interno (vulgo Estatutos). Com a Casa cheia e muito participativa foram esclarecidos diversos pontos e a área aderente subiu mais 140ha, para um total de cerca de 2.200ha.
Os próximos meses, até Agosto, são críticos para a constituição da ZIF, e as Comissões de Melhoramentos, de cada um dos lugares da Freguesia, assumem um papel fundamental pois as muitas festas e convívios que se irão realizar são oportunidades únicas para divulgar e recolher mais adesões a este projecto estruturante para toda a Freguesia de Alvares.
Mais, recebeu o Núcleo Fundador da ZIF uma carta de apoio e incentivo da Presidência da Câmara de Góis, que muito nos honra e estimula a dar continuidade a este ar. Ver quadro anexo.
Caso queira colocar alguma questão ou esclarecer alguma dúvida, sobre a ZIF da Ribeira do Sinhel, não hesite em contactar-nos via e-mail para nf.zif.sinhel@sapo.pt ou telefonicamente para a Associação Florestal de Góis, tel. 235778828.
Pelo Núcleo Fundador, JOÃO BAETA HENRIQUES
in Jornal de Arganil, 3/06/2010

Saúde do Concelho de Góis na Casa Regional

Tem de haver um olhar diferente para os concelhos e freguesias do interior

Saúde do Concelho de Góis na Casa Regional
Intervenções de profissionais e da Presidente da Câmara

A Casa estava razoavelmente cheia, apesar de àquela mesma hora, ali ao lado, no Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade, uma multidão de muitos milhares de pessoas se preparassem para a manifestação organizada pela C.G.T.P

António Machado Lopes

A Casa do Concelho de Góis, através do seu Conselho Regional, ocupou-se no passado sábado do "estado da saúde no concelho", convidando pessoas conhecedoras do assunto, como o Dr. Figueiredo Fernandes, presidente do Conselho Clínico do Agrupamento de Centro de Saúde do Pinhal Interior Norte (Lousã); Dr. Avelino Pedroso, vogal do mesmo Conselho Clínico; Dr. Manuel Gama, clínico geral no sector privado no Concelho de Góis; e a Drª Maria de Lurdes Castanheira, presidente da Câmara Municipal de Góis.

A Casa estava razoavelmente cheia, apesar de àquela mesma hora, ali ao lado, no Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade, uma multidão de muitos milhares de pessoas se preparassem para a manifestação organizada pela C.G.T.P contra as políticas do governo, designadamente subida de impostos. Mas os regionalistas interessam-se sobretudo por aquilo que às suas terras diz respeito e pela assistência à saúde nessa região do interior do País, que sempre foi uma preocupação dos rurais.

Constituída a mesa pelos referidos convidados e ainda pelo vice-presidente do Conselho Regional, Dr. Fernando Cunha, o presidente do mesmo Conselho Regional da Casa, Dr. Luís Martins, saudou e agradeceu a presença de convidados e explicou as razões e oportunidade
daquele encontro e aquilo que lhe estava inerente.

Interveio em primeiro lugar, o Dr. Figueiredo Fernandes, que começou por agradecer a presença da presidente da Câmara de Góis, cuja colaboração é muito importante para os profissionais de saúde. Analisou a importância do médico de família (ter um médico desde que se nasce até que se morre), e fez uma análise o mais completa possível sobre
a saúde e a medicina na área do Pinhal Interior Norte, que abrange oito Concelhos da Beira Serra, em que estão incluídos os da nossa antiga comarca. Enalteceu o que se tem conseguido após o 25 de Abril na área do serviço nacional de família com a participação do poder local.

O Dr. Avelino Pedroso, vice-presidente da Câmara de Arganil, ocupou-se de aspectos sociais e administrativos naquela área dos 8 concelhos, citando números e percentagens, salientando a baixa percentagem de natalidade que se tem verificado e um grande índice de envelhecimento que exige acrescidos cuidados de saúde. Citou diversos indicadores de saúde e recordou os avanços que se tem conseguido ao evitar mais mortalidade infantil, havendo todavia um longo caminho a percorrer no que se refere ao tratamento e utilização de esgotos e também no abastecimento de água. Citou números de - profissionais de saúde e unidades de internamento. De seguida interveio o Dr. Manuel Gama, que sublinhou que a medicina particular, que tem exercido nos concelhos de Góis e de Arganil, ainda é cara para os utentes que têm de pagar os exames necessários, acrescentando que nos devemos voltar mais para a acção da saúde preventiva.

A presidente da Câmara Municipal de Góis, Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, felicitou o Conselho Regional da Casa de Góis por esta iniciativa e saudou os presentes, designadamente os representantes das colectividades regionalistas, sempre interessados pelas coisas das suas terras e especialmente no que se refere à assistência na saúde. Enalteceu as intervenções dos médicos intervenientes e salientou o facto de termos em Góis, o Dr. Manuel Gama como médico residente.


Afirmou que a Câmara está sempre preocupada com a assistência à saúde no Concelho, aludindo à situação na área de cada uma das cinco freguesias.

O Dr. Figueiredo Fernandes manifestou a sua simpatia pela acção da presidente da Câmara de Góis e pelas palavras dirigidas ao Dr. Manuel Gama. Realçando os riscos e urgência quando se trata, por exemplo, de um A.V.C, e da importância que nisso têm as acessibilidades, citando a reconstrução da estrada 342, que é para nós mais urgente que o TGV". Concluiu apontando o avanço que se tem conseguido na diminuição das taxas de mortalidade infantil, assim como na mortalidade materna.

O Dr. Fernando Cunha, farmacêutico, fez algumas oportunas considerações sobre medicamentos, que também irão ficar mais caros com a subida dos impostos.

O tema mereceu o maior interesse dos presentes, havendo um período de perguntas, designadamente por parte do Dr. Álvaro Henriques de Almeida (Mega Cimeira), João Reis (Cortes) e Victor Marques (AIvares), a freguesia mais distante de Góis e muito ligada a Pedrogão Grande, e ainda de Victor Manuel Nogueira Dias (Vító)." que respondeu o Dr. Figueiredo Fernandes.

O presidente da direcção da Casa de Góis, José Dias, agradeceu por fim aos intervenientes neste debate, que despertou muito interesse e convidou-os para um beberete no Bar da Casa
.

in Jornal de Arganil, 3/06/2010
Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Tributo ao Regionalismo - 10 de Junho


Município de Góis exorta todas as Colectividades e Munícipes a participarem na apresentação do livro "A Serra e a Cidade - O Triângulo Dourado do Regionalismo", com a presença da autora, a Professora Doutora Maria Beatriz Rocha-Trindade e da Âncora Editora, a qual terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal de Góis "An- tónio Francisco Barata", pelas 10.00 horas
Gabinete de Imprensa CMG


Uma Jornada às Memórias de Góis

No há património sem memória. A memória perde-se no tempo se não a preservamos. Os espaços museológicos são locais privilegiados para preservar as memórias, o património das comunidades.
Góis é um concelho com uma riqueza inquestionável, que transparece nas sensações e cores patentes na sua biodiversidade paisagística; nos saberes e tradições que resistem à dureza do tempo; no património de cariz histórico, arqueológico, arquitectónico e etnográfico que engrandece a sua cultura.
Nos últimos anos têm sido criados, muitas vezes por iniciativa de associações ou outras agremiações concelhias, um pouco por todo o concelho, núcleos museológicos com o mote comum de preservar e divulgar o vasto, rico e, grande parte das vezes desconhecido património cultural concelhio.
Com intuito de divulgar e dar a conhecer a riqueza cultural que estes núcleos museológicos encerram vai a Câmara Municipal de Góis promover, no dia 12 de Junho, uma visita
aos espaços museológicos do Concelho de Góis, no período entre as 09h30 e as 15h30, devendo os interessados contactar o Posto de Turismo de Góis para efeitos de inscrição e outras informações.
Esta iniciativa contempla a visita à Colecção Museológica de Góis, Núcleo Museológico da Cabreira, Núcleo Museológico do Soito, Núcleo Museológico do Esporão, Museu Paroquial de Arte Sacra e Casa do Ferreiro.
Gabinete de Imprensa CMG

O Regionalismo analisado pela socióloga Maria Beatriz Rocha-Trindade

os Municípios não podem ignorar estudos que, como o da investigadora, ensaísta e professora Maria Beatriz Rocha-Trindade dignificam o Movimento Regionalista.


Chegou “o estudo que faltava”, dissemos no prefácio de A Serra e a Cidade, mas os municípios de Arganil, Góis e Pampilhosa da Serra ainda não o leram com a devida atenção. E assim pode talvez explicar-se que só tardiamente costumamos reconhecer o valor intelectual e artístico de certas obras realizadas pelos autores da Beira-Serra.

Assim foi com Tomás Garcia Mascarenhas, que permaneceu inédito por largos anos embora estimado pelos seus conterrâneos avoenses: deixou-nos em 1656, mas o Viriato Trágico só foi editado em 1699 por devoção de Bento Madeyra de Castro, seu parente longínquo. Os anos tornaram esquecidos o autor e o poema, até que um e o outro foram redescobertos em 1846 por Albino d’Abranches Freire de Figueiredo, que por sua conta tou o livro, sob a forma tipografada à moderna. E sobreveio outro largo sono, até que somente em 1996 voltou o poema, agora fac-similado, com apresentação do ensaísta José V. de Pina Martins.

Não obstante, os estudos crítico-biográficos de Simões Dias, Visconde de Sanches de Frias, Teófilo Braga, António de Vasconcelos, Fidelino de Figueiredo (que o considerou entre os nossos maiores épicos, na linha de Camões) e de outros estudiosos obra de Brás Garcia Mascarenhas continua a ser ignorada pela maioria dos historiadores literários) e este desconhecimento omite o poeta do Alva das nossas antologias de divulgação e ensaio. A burrice não sabe que a Literatura Portuguesa se projecta além de Lisboa, Porto e Coimbra.

Com outros escritores válidos acontece a mesma coisa e os autores da Beira vivem isolados na Serra. E pior estariam se o silêncio não fosse quebrado por intelectuais da estirpe de Maria Beatriz Rocha-Trindade, que encontrou uma razão cultural para analisar o Movimento Regionalista, que rompeu a partir da década de 20 do século passado com o atraso material e social população da nossa Terra: “Como acontece na gênese de qualquer movimento de cariz associativo, tal como o que veio a ser caracterizado no Regionalismo das Gentes da Serra, a formação de uma estrutura sólida, regular e cristalina inicia-se em geral, com encontros recorrentes de ocorrência mais fluida e irregular que, por várias vezes repetido, se tornaram habituais”. Em conclusão, declara a socióloga que “os Regionalistas da Serra construíram e deram à luz uma forma modelar de iniciativa de sociedade civil, sem por isso menosprezar o poder do Estado: não são subditos ou servos - são parceiros de direito pleno.”

Ora, chegamos ao fim: os Municípios não podem ignorar estudos que, como o da investigadora, ensaísta e professora Maria Beatriz Rocha-Trindade dignificam o Movimento Regionalista que há perto de um século , com base nos arganilenses, goienses e pampilhosenses luta pela valorização material e cultural da Beira-Serra.
in Jornal de Arganil, 04/05/2010

Malhada e Casais - Pic-Nic em Junho

Estimado amigo da Malhada e Casais,

Chegou o magnífico mês de Junho, mês do Verão e de emoções, temperaturas altas, Mundial de Futebol, Santos Populares, exames escolares, casamentos...

É neste espírito que a nossa Comissão de Melhoramentos de Malhada e Casais está a preparar mais um encontro no próximo Domingo, 13 de Junho de 2010, no Parque Florestal do Monsanto em Lisboa, no tradicional Pic-Nic aberto a todos os nossos amigos.
A festa terá lugar na Cruz das Oliveiras, próximo do Quartel dos Bombeiros.




À sua espera vamos ter muito boa disposição, ar puro, amigos de longa data, e ainda os grelhados no carvão, frangos, bifanas, sardinhas, saladas, caldo verde, caracóis e bebidas fresquíssimas.

Durante a tarde vamos também dar música, com a presença do músico Albano Gonçalves.

Para mais esclarecimentos contacte-nos para malhadaecasais@gmail.com ou telefone para:

* Nuno Santos, 967 887 555 - 913 876 676
* António Santos, 212 438 195
* Jaime Santos, 212 105 271

Apareça a partir das 11h e traga um amigo,

Saudações Malhadenses!

Mercado tradicional anima a aldeia da Pena

Domingo é "dia D" na aldeia da Pena, concelho de Góis. Isto porque ali se vai realizar um mercado tradicional das aldeias do xisto. O evento tem início marcado para as 10H00 e o encerramento previsto para as 16H30.
Em causa está um projecto desenvolvido por uma jovem, aluna do Curso de Animação Sócio- -Educativa da Escola Superior de Educação de Coimbra, ESEC, que actualmente está a realizar um estágio na Lousitânea, Liga dos Amigos da Serra da Lousã, instituição com sede na aldeia da Aigra Nova, no concelho de Góis.
"Evidenciar as potencialidades dos produtos locais destas aldeias é o objectivo que preside à realização deste evento. E o mercado tradicional promete ser isso mesmo, tradicional, típico e genuíno.
Assim, os responsáveis pela organização já fizeram as diligências e contactos. necessários e a aldeia do xisto da Pena vai afirmar-se como um espaço de encontro de um conjunto de outras aldeias, entre as quais, Aigra Nova e Aigra Velha, mas também a Comareira e a Ribeira, sem esquecer a Pena, claro está.
De acordo com a organização, que tem a chancela da Liga dos Amigos da Serra da Lousã, "os habitantes destas aldeias - cinco - serão os vendedores deste mercado tradicional" e à venda e também em exposição, vão estar os "produtos endógenos destas terras", adianta. Ou seja, trata-se de uma vivência que se pretende seja absolutamente real, com os protagonistas mais autênticos e os produtos mais genuínos.
O artesanato promete marcar presença, com destaque para os trabalhos elaborados a partir do xisto, a pedra que serviu para erguer casas e muros e hoje é, também, usada, para efectuar miniaturas que reproduzem essas mesmas habitações tradicionais, junte-se o mel, urna das produções mais emblemáticas daquela região, mas também um vasto conjunto de compotas. licores, biscoitos, entre outras especialidades locais.
in Diário de Coimbra, 1 de Junho de 2010

Câmara de Góis promove mega evento para crianças


É bom viver em Góis" constitui o mote para um conjunto de actividades, a desenvolver ao longo do dia de hoje, no Parque do Cerejal, em Góis. Em causa está um «mega evento», promovido pela Câmara Municipal de Góis, especialmente destinado aos mais novos e que pretende celebrar o Dia Mundial da Criança, que hoje se assinala -
De acordo com a autarquia, os mais novos têm à sua disposição um alargado conjunto de actividades lúdicas e pedagógicas, que têm como epicentro o Parque do Cereja!, mas também envolvem o circuito de manutenção da Quinta do Baião e as ruas da vila de Góis. Entre as propostas, destacam-se os atractivos insufláveis, tão do agrado das crianças, ateliers de música, dança e fantoches, bem como a prática de tiro ao arco, corridas de carrinhos de rolamentos, percursos de bicicleta, BIT Kids e ainda a apresentação de carros de rally, que pro- metem fazer as delícias dos mais pequenos, não faltando, também, um conjunto de acções e sensibilização e prevenção rodoviária.

O município de Góis chama ainda a atenção para o facto de este ano ser dedicado, a nível internacional, ao tema da Biodiversidade, e sublinha a vontade de «reforçar o seu papel activo em prol da ecologia e da preservação do ambiente e dos espaços verdes». Nesse sentido e com esses propósitos em mente, está também prevista a realização de um paddy-paper ecológico e, por outro lado, a autarquia vai também fazer questão de, nesta oportunidade, proceder à apresentação do seu carro híbrido.
O evento, que pretende reunir todas as crianças do concelho de Góis, inclui, também, a realização de um «grande almoço convívio», marcado para o Parque do Cerejal.

Para a realização do evento "É bom viver em Góis", a autarquia conta com a colaboração do Agrupamento de Escolas de Góis, da Associação Lousitânea, da Transserrano, do Projecto Progredir em Igualdade e Cidadania, Santa Casa da Misericórdia de Góis, Projecto Escolhas de Futuro e ADIBER!

in Diário de Coimbra, 1 de Junho de 2010

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