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Novembro de 2009

Góis em Notícias



Novembro - Livro de Horas do Duque de Berry

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Góis- Professor dedicou-se ao concelho
Cidadãos homenagearam João Castro Nunes
"Não há buraco onde não tenha tropeçado, casa ou aldeia que não tenha visitado no concelho de Góis", afirma a organização da homenagem a João Castro Nunes.

Lurdes Gonçalves

João Castro Nunes, professor e poeta que se dedicou ao concelho de Góis, foi alvo de homenagem promovida, no sábado, pelo Movimento Cidadão por Góis e Grupo de Amigos, e que contou com a colaboração da escritora Clarisse Barata Sanches e o apoio da Câmara de Góis e da ADIBER
Das várias obras da autoria de Castro Nunes destacam-se "A Pedra Letreira", trabalho que resultou de um estudo sobre o monumento de arte rupestre localizado em Alvares, e "A Pedra Riscada", uma obra que fala sobre este complexo de arte rupestre que se situa em Mestras, freguesia do Cadafaz. Em representação do Movimento Cidadãos por Góis, José Rocha Barros mostrou-se "honrado" por participar na "reunião de amigos", lembrando que conhece o professor João Castro Nunes "há mais de 50 anos". Também João Nogueira Ramos sublinhou que Castro Nunes tem valor enquanto "homem, intelectual, pedagogo e amigo", acentuando que "não são precisas palavras para transmitir o que os goienses sentem" por ele".
Na sessão foram deixados três testemunhos de alunos seus e personalidades com quem conviveu, nomeadamente de Carlos Fabião, Amadeu Carvalho e Amílcar Guerra, que

dissertaram sobre a vida e obra de Castro Nunes.
Contando que o designa de "meu querido mestre", o professor Carlos Fabião revelou que o homenageado foi uma pessoa que o marcou por tudo o que com ele aprendeu, nomeadamente através dos seus trabalhos de investigação sobre o património.
Já Amadeu Carvalho confessou que começou a ter conhecimento da sua obra através dos sonetos que enviava pela Internet De acordo com o professor, Castro Nunes veio a ter uma grande influência na criação da Associação Cultural Alternativa, em Coimbra.
No uso da palavra, Amílcar Guerra sustentou que a reunião de amigos visou "sublinhar a grande qualidade humana do mestre".
"O rigor, honestidade científica e empenho de Castro Nunes ganham às nossas listas intermináveis de publicações", defendeu, recordando a sua ligação ao concelho de Góis, onde fez investigações "pioneiras para o seu tempo", como é o caso do estudo sobre a Lomba do Canho. Contudo, "a sua acção pedagógica supera a sua obra", considerou Amílcar Guerra, destacando que Castro Nunes "é uma pessoa excepcional, um cientista de elevado mérito, arqueólogo persistente, professor afável, em suma, é um mestre".
A presidente da Câmara de Góis destacou que Castro Nunes' "sempre se disponibilizou na defesa intransigente de interesses colectivos e no engrandecimento do bom nome de Góis".
"Figura notável da classe científica nacional e internacional, o investigador, professor e humanista João de Castro Nunes é um exímio conhecedor do território e do património histórico-cultural do concelho de Góis", realçou Lurdes Castanheira, explicando que "embora seja natural de Braga, unem-no fortes laços ao concelho". Segundo a autarca, o homenageado tem colaborado com a autarquia em prol da "valorização, salvaguarda e divulgação do património arqueológico e cultural" do território, nomeadamente na publicação da obra "A Pedra Letreira", na reimpressão do "Arquivo Histórico de Góis", e na segunda edição de "A Pedra Riscada".
Contando que a sessão foi o seu "doutoramento honoris causa", Castro Nunes -que recebeu uma cópia da Pedra Letreira, dada pelo Grupo de Amigos - elogiou "a sensibilidade da sociedade goien


Movimento Cívico de Góis homenageou Castro Nunes
Investigador tem dado contributo ímpar na preservação e divulgação do património cultural e arqueológico do concelho goiense

Isabel Duarte
Professor catedrático, investigador e humanista, João Castro Nunes foi homenageado em Góis. A iniciativa partiu do Movimento Cívico "Cidadãos por Góis", à qual se associaram a Câmara e a ADIBER. Muito embora seja natural de Braga, o professor encontra-se ligado a Góis por laços matrimoniais e ao longo dos últimos anos, de acordo com Lurdes Castanheira, tem colaborado coma autarquia, "em prol da salvaguarda e valorização do património arqueológico, em particular e do património cultural em geral", elegendo três exemplos do "seu sempre inexcedível contributo". A obra "A Pedra Letreira", a reimpressão integral do "Arquivo Histórico de Góis" e a segunda edição da obra, "A Pedra Riscada", complexo de arte rupestre de Mestras, freguesia de Cadafaz.
Para a autarca, a homenagem - que encheu o salão da ADIBER - "mais do que uma celebração, pretende ser um convite à descoberta da figura, da vida e da obra de João Castro Nunes". Lurdes Castanheira gostaria que o momento fosse também de "inspiração para que outros, em especial os mais jovens e aqueles que têm a necessária sensibilidade, se dediquem à nobre arte da descoberta da escrita".
Com esta consagração, afirmou, "veiculamos o exemplo da assumpção de responsabilidades por parte da sociedade civil goiense, através da qual os cidadãos deste concelho podem e devem exprimir os seus mais sinceros sentimentos", sustentando que neste caso o sentimento deverá ser de gratidão, "a quem sempre se disponibilizou na defesa intransigente de interesses colectivos e no engrandecimento do bom-nome de Góis".
Dirigindo-se a Castro Nunes Lurdes Castanheira fez questão de lhe transmitir "a imensa satisfação que tenho em ver reconhecido em Góis o seu perfil humano, cívico e de homem de cultura". "Honra Góis tê-lo aqui para receber este público reconhecimento", afirmou ainda, considerando-o uma "figura notável da classe científica nacional e internacional".

"É da nossa família"

Em representação do vasto grupo de amigos que o homenageado granjeou em Góis, usou da palavra João Nogueira Ramos, para dizer que foi "com júbilo e muito afecto que o Movimento Cívico e os amigos de Castro Nunes se envolvem neste encontro simples e muito sentido". "Queremos testemunhar o quanto admiramos o seu valor como homem, intelectual, pedagogo e amigo", disse ainda. Segundo o engenheiro, "não são precisas palavras para transmitir o que os goienses sentem por si", pois, "é da nossa família" e "queremos que se sinta aqui como um nosso irmão mais velho, fazendo pontes entre gerações".
Em representação do Movimento Cívico, "Cidadãos por Góis", José Rocha Barros, sublinhou conhece Castro Nunes "há mais de 50 anos" e "nunca deixei de acompanhar o trabalho que desenvolveu e reconhecer o conhecimento que tem do nosso concelho". Posteriormente três professores, amigos de Castro Numes - Carlos Fabião, Amadeu carvalho e Amílcar Guerra - falaram sobre a vida e obra do homenageado.
João Castro Nunes, visivelmente embevecido, apenas comentou: "que coisas tão bonitas foram ditas a meu respeito", não agradecendo porque "as coisas que saem do coração não se agradecem". Para o homenageado "hoje foi o meu doutoramento Honoris Causa" e, cumprindo o ritual, fez um discurso "em duas palavras" e parafraseando um professor da Universidade de Coimbra, " ... O que seria das velhas catedrais se não fosse o sol?", "o que seria das velhas ruínas se não fosse a era que as embeleza?", disse.
Como lembrança foi-lhe entregue uma cópia da Pedra Letreira, monumento de arte rupestre que o deixou maravilhado. "Não havia prenda mais preciosa do que esta" declarou, considerando-a demonstrativa "da sensibilidade da sociedade goiense"!
In Diário de Coimbra, 04/11/2009


Roda Cimeira - Oitenta anos numa centena de páginas
Sociedade de Melhoramentos lança livro e destaca sócios

Com a apresentação do livro “80 anos ao Serviço do Regionalismo”, da autoria de Adriano Pacheco, a Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira deu por encerrada a comemoração de oito décadas de história.

O evento realizou-se na Casa de Convívio da aldeia, no passado dia 31, véspera de comemorar 81 anos, tendo sido a ocasião foi aproveitada para a atribuição de diplomas de sócio honorário e benemérito a figuras que se distinguiram em prol do desenvolvimento de Roda Cimeira.

Durante a cerimónia, o presidente da direcção, Jaime Carmo, recordou o passado da colectividade, a mais antiga do concelho de Góis, e os seus dirigentes, pois foi graças ao seu trabalho que o nome da aldeia se tornou mais conhecido. Os momentos principais da sua história, disse ficarão inscritos na memória graças ao trabalho de pesquisa e recolha de Adriano Pacheco por isso, concluiu, “o livro é pequeno mas é grande – tem 80 anos”.

Em nome da Assembleia Municipal de Góis, falou Jaime Garcia, por impedimento do presidente daquele órgão autárquico. Realçou que as atribuições do Regionalismo do novo século não lhe retiram a importância – além de promoverem acções de âmbito cultural e recreativo, são os interlocutores entre as povoações e as autarquias e, no caso de Góis em que a desertificação alastra, compete-lhes, ao lado do poder local, ajudar a “manter o laço efectivo com as populações”.

O autor Adriano Pacheco, já com inúmeras obras de ficção publicadas, falou sobre o trabalho de investigação desenvolvido e agora reunido nesta publicação, “valeu a pena as horas despendidas”, concluiu. O que o incentivou a realizar a pesquisa e a escrever os seus resultados, disse Adriano Pacheco, foi o sentir a necessidade de contribuir para que a história não caia no esquecimento “traduzida em palavras e símbolos, para a posteridade” pois ela revela uma luta, como os seus desânimos e conquistas, afirmou.

Também a Presidente da Câmara Municipal de Góis, Lurdes Castanheira, teceu elogios ao trabalho do autor, “é o testemunho que as pessoas sabem honrar os que trabalham e têm memória”. Recordou o seu percurso pessoal que lhe deu um conhecimento desta aldeia, “Na roda Cimeira ainda há abandono e estas aldeias não podem ficar abandonadas”, concluiu e afirmou o seu desejo que o serviço social ali seja retomado.

De seguida, o presidente da direcção apresentou as pessoas que foram nomeadas para a qualidade de sócios honorários e beneméritos pela Assembleia Geral, depois de proposta da direcção. “Há dez anos que não se atribuíam estes títulos”, confirmou, “pelo que estava no momento de realçar os que merecem”, marcando a intenção com entrega de diplomas.

Assim indicou para sócios honorários: João Lopes Simões, Acácio Baeta Henriques, Jaime de Almeida, Artur Vítor, Jaime Barata, Armando Barata Simões, João Maurício Henriques, João Lopes Cascalheiro, Libânio Simões de Oliveira, Salvador Nobre.

Foram nomeados sócios beneméritos: António Neves Barata Lima, que foi proprietário de um moinho que muito trabalhou para a povoação e que a direcção da Sociedade gostaria de ver restaurado; o casal, Engº António Moreira Padrão e a srª D. Beatriz Rebelo Moreira Padrão, pois foi graças à doação de um terreno que se pode ter hoje, junto à Ribeira de Sinhel, uma piscina com amplo espaço de lazer.

Por seu turno Jaime Barata, e também em nome de Mário Vítor, fez questão de oferecer à Sociedade de Melhoramentos uma salva ofereicida aos tocadores de concertina em Vila de Rei. O presidente da direcção aproveitou para referir que os tocadores de concertina continuam a ser embaixadores de Roda Cimeira e anunciou que a tarde iria ser animada pela Escola de Concertinas de Góis.
in Jornal de Arganil, 05/11/2009


Negócio da Quinta do Baião
Arguidos do processo de Góis são hoje ouvidos no TIC

O Tribunal de Instrução de Coimbra (TIC) começa hoje a ouvir os arguidos no processo da Quinta do Baião, em Góis. São cerca de dez os acusados num negócio que continua a fazer “correr muita tinta” em Góis e que foi motivo de polémica durante a última campanha eleitoral.
Como o DC noticiou oportunamente, de um modo genérico, os autarcas em funções em 99 são acusados de terem aprovado a venda do terreno por 250 mil euros, um valor inferior em 75 mil euros ao de uma avaliação então efectuada. E nem o facto de o terem feito com base na posição de se tratar de um projecto relevante para o município e para seu desenvolvimento impediu a sua acusação. O terreno iria ser vendido à ADIBER que tinha para ali projectado um projecto de agro-turismo. Com base na deliberação camarária, a direcção da ADIBER candidatou o projecto aos fundos comunitários (Leader II) recebendo 234 mil euros provenientes de Bruxelas. Todavia, alegadamente por questões jurídicas o terreno não foi sequer escriturado no prazo de execução do projecto previsto pelo programa comunitário (só o seria em 2007). Por isso, a direcção então presidida por José Cabeças (à época presidente da Câmara e hoje novamente presidente da ADIBER) e que também integrava a recém-empossada presidente da Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, entre outros elementos, está acusada pela prática do crime de fraude na obtenção de subsídio. O gestor do Leader II, que permitiu a conclusão do processo sem que o terreno tivesse sido escriturado, é acusado da prática do mesmo crime.
A maioria dos arguidos requereu a abertura de instrução para tentar evitar a ida a julgamento pelo que nas duas próximas semanas, quase diariamente, entre arguidos e testemunhas serão várias dezenas as pessoas a ouvir pelo TIC. Depois segue-se o debate instrutório e a decisão sobre quem vai efectivamente a julgamento só deverá ser conhecida no início do próximo ano.
Entretanto, em plena campanha, a autarquia accionou a cláusula de reversão do terreno por não terem começado as obras no terreno e não se sabe, ainda, qual será a posição do novo Executivo (tendo em conta que a presidente da autarquia era secretária da Direcção da ADIBER) sobre este polémico dossier.
in Diário de Coimbra,02/11/2009


567 quilómetros de obras
Concessão do Pinhal Interior Norte adjudicada esta semana

A concessão do Pinhal Interior Norte será adjudicada durante esta semana, confirmou o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, horas depois de ter tomado posse para o cargo que desempenhou na anterior legislatura. Lançada a 14 de Junho de 2008, em Condeixa, pelo primeiro-ministro José Sócrates, a concessão do Pinhal Interior inclui um pacote de estradas com uma extensão de 567 quilómetros, que irá servir cerca de 400 mil pessoas.
O atraso na adjudicação, prevista para o primeiro trimestre de 2009, motivou reacções dos autarcas da Comunidade Intermunicipal do Pinhal Interior que, em Setembro, exigiu ao Governo celeridade no processo.
No fim-de-semana, em declarações à Lusa, o governante garantiu que, durante a semana que agora se inicia, sem especificar o dia, o instituto Estradas de Portugal vai adjudicar a concessão do Pinhal Interior Norte.
«Sempre fomos muito determinados neste processo que seguiu o seu curso, com alguns imponderáveis. Mas quanto à decisão política nunca tivemos dúvidas que a concessão era fundamental para colocar o centro do país no centro do sistema rodoviário nacional», afirmou Paulo Campos.
O secretário de Estado das Obras Públicas disse ainda que o pacote de acessibilidades previstas é «fundamental para retirar o Pinhal Interior Norte do isolamento a que foi votado nos últimos anos, devido à ausência de investimentos importantes».
No âmbito da concessão, será construído o IC3, entre Tomar e Coimbra, a EN 342, entre Lousã-Góis-Arganil-Côja-IC6, a requalificação do IC8 e todas as vias que contemplam a melhoria das acessibilidades às sedes de concelho.
Os processos das concessões das estradas da Serra da Estrela e da Auto-estrada do Centro, onde teve de ser repetido o concurso, estão a seguir os seus trâmites, adiantou ainda à agência Lusa o governante socialista.
in Diário de Coimbra, 02/11/2009


Obras dignificam a sede da junta de Vila Nova do Ceira
O investimento na requalificação da junta de Vila Nova do Ceira custou 98 mil euros, dos quais 88 mil foram suportados pela junta, através da venda de eucaliptos.

Tendo em conta que o edifício sede da Junta de freguesia de Vila Nova do Ceira, adquirido há mais de 20 anos, não se apresentava nas melhores condições, a junta, em colaboração com a Câmara de Góis, iniciou as obras de requalificação do imóvel, cuja inauguração decorreu antes da tomada de posse dos novos órgãos autárquicos do concelho. A cerimónia foi presidida pelo governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, e contou com a presença do antigo presidente da junta, António Monteiro, antigo presidente da Assembleia de Freguesia, Carlos Santos, e dois representantes da Assembleia Municipal de Góis, Jaime Garcia e Maria de Lurdes Castanheira.
O investimento rondou os 98 mil euros, tendo a junta de freguesia comparticipado a obra com 88 mil euros, resultantes da venda de uns eucaliptos que pertenciam à freguesia, e a câmara apoiou com uma verba de 10 mil euros.
Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o antigo presidente da junta de freguesia contou que o edifício estava num estado “lastimoso” e o telhado “estava a desabar”. Segundo António Monteiro foi ainda necessário “pôr chão novo, em madeira de pinho”.
A sede da Junta de Vila Nova do Ceira dispõe agora de um armazém, garagem, estaleiro, estacionamento, secretaria e correios, permitindo o acesso a pessoas de mobilidade reduzida. O empreiteiro da obra foi a Construções Marta Ferreira Lda e o projecto foi da responsabilidade de António Baeta.
Orgulhoso com a inauguração, o antigo presidente da junta revelou que as obras tiveram início em Junho deste ano, prevendo-se que estivessem concluídas em finais de Outubro. “Conseguiu-se inaugurar antes da tomada de posse do novo elenco”, sublinhou, congratulando-se com o número de pessoas presentes na cerimónia.

“Missão cumprida”

O presidente da junta de freguesia, que cessou funções, mostrando-se “surpreendido e triste” com os resultados das eleições, afirmou que nos últimos dois mandatos a junta “não fez tudo o que queria, mas com o orçamento pequeno que tinha tentou fazer o que era mais urgente”.
Integrando agora a Assembleia de Freguesia como membro do PS, António Monteiro assegura que pretende “defender os interesses das pessoas que votaram em nós”.
Durante as intervenções, o antigo presidente da Assembleia de Freguesia, Carlos Santos, enalteceu o esforço e a determinação que os vários intervenientes colocaram na execução da obra, apelando para que “o novo executivo continue os melhoramentos que ainda faltam terminar” naquele espaço. Também Jaime Garcia, em representação da Assembleia Municipal de Góis, lembrou que em Vila Nova do Ceira “há obra feita”, fazendo votos para que tenha seguimento com os novos órgãos autárquicos.
No uso da palavra, Lurdes Castanheira, actual presidente da Câmara Municipal de Góis, regozijou–se com os melhoramentos feitos no edifício sede da junta de freguesia de Vila Nova do Ceira, afirmando que António Monteiro deve ter saído do cargo com o sentimento de “missão cumprida”.
Coube ao governador civil de Coimbra encerrar a cerimónia, começando por dar os parabéns à junta de freguesia pelas obras efectuadas, e apelando para que o novo executivo dê continuidade ao trabalho. Henrique Fernandes aproveitou a ocasião para deixar uma palavra em especial ao antigo presidente da Câmara de Góis, José Girão Vitorino, que não esteve presente por motivos de saúde.
in Diário As Beiras, de 2/11/2009


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