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Setembro 2009

Góis em Notícias


Setembro - Livro de horas do Duque de Berry

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Cabreira em Movimento

Realizou-se no passado dia 4 de Outubro, na povoação de Cabreira, uma Assembleia Geral da Comissão de Melhoramentos, afim de tratar de Vários assuntos de interesse para a aldeia, fazer o ponto de situação da direcção face ao falecimento do seu Presidente da direcção, Adelino Fernandes da Veiga e à indicação de listas a apresentar para novo mandato.
A reunião foi bastante concorrida e houve uma boa participação de sócios dos vários níveis etários.
A abrir a sessão o Presidente da Assembleia-geral pediu um minuto de silêncio em homenagem ao Adelino Veiga, facto que se prestou respeitosamente e de pé por todos.

Foram discutidos vários assuntos, relacionados com a gestão da Comissão, tendo a Direcção informado da situação financeira actual, comprometendo-se que em breve os sócios seriam informados das contas. A direcção ficará em gestão, sob a presidência do seu vice-presidente Sr. Serafim Antunes das Neves, até às novas eleições para os corpos sociais.
Falou-se ainda da situação financeira da Comissão face ao apoio dado e a ser dado ao futuro Lar da Freguesia. Foram esclarecidos os presentes do ponto de situação da obra, sua candidatura e contactos com a Instituição dona da obra, a Caritas Diocesana de Coimbra. Foi' ainda informado que a Câmara Municipal de Góis já tinha aprovado o projecto de arquitectura, estando neste momento em fase as especialidades. Em conclusão, tudo 'está no bom caminho para que o arranque da obra seja, para breve.
Foi apresentado e discutido que o Lar será uma mais valia para a Freguesia de Cadafaz e não só, porque irá melhorar as condições de vida humanas e sociais de todo o Vale do Ceira, como também irá criar cerca de 25 postos de trabalho, contribuindo assim para o combate à desertificação da região.
Deve fazer-se uma especial referência à participação dos jovens na referida reunião, facto que faz renovar a esperança de uma participação activa na vida desta Instituição e nomeadamente nos desígnios da Cabreira.
Com a experiência dos mais velhos e a dinâmica dos jovens será possível constituir listas muito válidas que irão dar à Cabreira um novo dinamismo.
Foram focados outros assuntos de interesse como o pagamento de cotas e outras estratégias a seguir no que respeita a outras obras a levar a efeito.
Foi marcada uma nova Assembleia para o dia 17 de Janeiro de 2010 pelas 10h30, que será na altura da Festa de St.º Amaro, nosso padroeiro, espera-se uma grande participação.
Todos pela Cabreira, todos somos precisos. Novos e velhos fazem uma boa liga.
DANIEL NEVES , Jornal de Arganil, 15/10/2009
A História da Sociedade de M. de Roda Cimeira

A colectividade mais antiga do Concelho de Góis vai, em 31.10.09, tornar público a história da Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira, através dum documento com a compilação de actos, festejos e deliberações sobre melhoramentos mais relevantes, ocorridos durante oitenta anos de profícuo trabalho ao serviço da comunidade. Trata-se dum documento despretensioso que tenta apenas dar a conhecer os seus momentos altos, com a finalidade de perpetuar a memória e a dedicação dos seus destacados dirigentes (fundadores), sócios beneméritos e colaboradores mais dedicados.
Numa segunda e atenta leitura pode observar-se, com evidência, a obra ímpar que esta colectividade desenvolveu na sua aldeia ao longo de oito décadas. Obra materializada em equipamentos sociais visíveis, o culto do fervor regionalista desencadeado pela acção permanente que fez crescer e avivar o amor à terra natal. É um pouco o espelho das actas das reuniões e seus debates, seguidos de deliberações, os quais deixam o testemunho de quem esteve presente e viveu intensamente todos os momentos, não só de desânimo mas também de muita paixão regionalista.
Na vida dum ser humano, oitenta anos são preenchidos por muitos dias, por muitas vivências de vários tipos: de frustrações e de contentamento da obra realizada; de angústias e de euforias por mais um passo em frente. Numa colectividade, imagine-se, esses oitenta anos são vividos por muitas pessoas de temperamentos diferentes, de opiniões diversas que resultam num somatório duma riqueza humana incalculável, neste caso, irmanados no mesmo ideal que os trouxe até aqui. É neste aspecto que, para quem não entende, reside e se aviva a grande chama do regionalismo.
Essa é também a poderosa força dum povo que faz mover uma colectividade até ao limite das suas forças. Razão pela qual concluímos que, a Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira tem hoje um historial que lhe confere o direito de se fazer ouvir dentro dos meandros do regionalismo serrano. Tem um legado fantástico para deixar aos vindouros, não se ficou por experiências esporádicas inconsequentes, nem por foguetes de pólvora seca que em nada resultam. Tem uma escola de militância feita, onde são observados os velhos cânones, os quais devem merecer o respeito de todos os regionalistas que trilham o mesmo caminho.
Seria, uma pena que, estas valorosas experiências humanas ficassem esquecidas, este esforço sobre-humano ficasse em cada um dos intervenientes, ou se vertesse apenas das memórias dos actores destas lutas. Hoje, porém, já tem a sua história escrita; um documento que pode ser consultado, criticado e melhorado. É um trabalho inacabado que pode sempre ser actualizado.
Não queremos terminar sem deixar uma palavra de apreço e admiração aos protagonistas desta história, desde os mais remotos aos actuais, bem como aos colaboradores que quiseram contribuíram com os seus testemunhos, para que este pequeno trabalho pudesse ser hoje uma realidade, para elevação desta distinta colectividade.

Adrianno Pacheco, Jornal de Arganil, 15/10/2009
XXII aniversário do Rancho "As Sachadeiras da Várzea"


O Rancho Folcórico "As Sachadeiras da Várzea" comemorou, no passado dia 20 de Setembro, no Adro da Igreja de Vila Nova do Ceira, o seu XXII aniversário, com um espectáculo musical que integrou também a participação de alguns grupos convidados e o recordar de algumas tradições varzeenses.Com o bom tempo a ajudar, o programa iniciou com o Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova do Ceira, seguindo-se a actuação do Rancho aniversariante e do Grupo Folclórico Cantares de Santiago, terminando com o Grupo de Danças e Cantares Tradicionais de S. Miguel d'Acha.A tarde continuou com muito convívio e uma escapelada à moda antiga, com música a acompanhar. Também os jogos tradicionais fizeram recordar os tempos de outrora e trouxeram até ao Adro um pouco das tradições varzeenses.Chegou o momento de recordar o tempo da fundação do rancho aniversariante e, por isso, foi entregue uma lembrança a Lurdes Alvarinhas. A muito bem conseguida lembrança, elaborada artesanalmente por Filipa Reis, foi também entregue a todos os grupos intervenientes.Almerinda Gonçalves, presidente do Rancho "As Sachadeiras da Várzea" da Casa do Povo de Vila Nova do Ceira responsável por apresentar todo o programa chamou também as individualidades presentes, iniciando por citar a ausência do presidente da Casa do Povo, que por motivo de apoio a familiar não pode comparecer, a quem Almerinda desejou rápidas melhoras.No uso da palavra, a vereadora da Câmara Municipal de Góis, D. Helena Moniz, frisou ser com muito gosto que em seu nome pessoal e da Câmara Municipal "participava nestes eventos, que são sem dúvida de realçar e de louvar", disse, reconhecendo neles a promoção e divulgação dos usos e costumes do concelho de Góis. A vereadora felicitou todos os elementos do Rancho e os seus dirigentes, não esquecendo também os que "ao longo dos 22 anos de existência fizeram parte deste rancho", salientando o trabalho da actual presidente do Rancho.O presidente da junta de Freguesia de Vila Nova do Ceira, António Monteiro também usou da palavra para referir a importância do evento e da divulgação das tradições, comprometendo-se a continuar a apoiar, tanto o Rancho "As Sachadeiras", como "Os Mensageiros da Alegria" e todos os grupos culturais existentes em Vila Nova do Ceira. Saudou e agradeceu a presença dos grupos convidados sugerindo-lhes que voltem sempre a Vila Nova do Ceira. Consciente que as eleições estão "à porta" mostrou-se crente que seja quem for que fique a dirigir os destinos da freguesia irá certamente continuar a apoiar os grupos culturais da freguesia, que tão bem representam a cultura varzeense, concluiu.José António Pereira de Carvalho, presidente da Assembleia Municipal de Góis, também saudou o rancho aniversariante a quem disse ter feito referência na sua última visita a Espanha. Na sua opinião própria realçou que de entre todas as freguesias é a de Vila Nova do Ceira que mais tem contribuído "neste tipo de arte" e terminou afirmando: "continuem que estão no bom caminho".A presidente do Rancho terminou agradecendo à Câmara Municipal de Góis os apoios recebidos, nomeadamente o transporte e o subsídio e à Junta de Freguesia de Vila Nova do Ceira, que também sempre tem apoiado. Agradeceu ainda ao presidente da FILVAR que tem disponibilizado as suas instalações, ao presidente da Cooperativa Silvo Agro Pecuária pala ajuda que tem prestado, ao jornal O VARZEENSE pela divulgação dos eventos, ao GeraldesPeixe a oferta de pólos novos, à Maria das Balsas com os seus bolos, ao Salgueiro pelo seu feijão, ao João do Talho pela sua carne, à Aida Cabeleireira e à Ilda Cabeleireira pelos seus penteados e a todos os varzeenses, sem excepção, pela ajuda moral e material que têm prestado ao rancho, ao longo dos seus 22 anos de existência. Almerinda Gonçalves terminou agradecendo também a ajuda da ADIBER, onde referiu encontrar sempre uma porta aberta e do pároco local que para além de ceder o Adro tem dado o seu apoio moral.
in O Varzeense, de 30/09/2009
XXII aniversário do Rancho "As Sachadeiras da Várzea"


O Rancho Folcórico "As Sachadeiras da Várzea" comemorou, no passado dia 20 de Setembro, no Adro da Igreja de Vila Nova do Ceira, o seu XXII aniversário, com um espectáculo musical que integrou também a participação de alguns grupos convidados e o recordar de algumas tradições varzeenses.Com o bom tempo a ajudar, o programa iniciou com o Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova do Ceira, seguindo-se a actuação do Rancho aniversariante e do Grupo Folclórico Cantares de Santiago, terminando com o Grupo de Danças e Cantares Tradicionais de S. Miguel d'Acha.A tarde continuou com muito convívio e uma escapelada à moda antiga, com música a acompanhar. Também os jogos tradicionais fizeram recordar os tempos de outrora e trouxeram até ao Adro um pouco das tradições varzeenses.Chegou o momento de recordar o tempo da fundação do rancho aniversariante e, por isso, foi entregue uma lembrança a Lurdes Alvarinhas. A muito bem conseguida lembrança, elaborada artesanalmente por Filipa Reis, foi também entregue a todos os grupos intervenientes.Almerinda Gonçalves, presidente do Rancho "As Sachadeiras da Várzea" da Casa do Povo de Vila Nova do Ceira responsável por apresentar todo o programa chamou também as individualidades presentes, iniciando por citar a ausência do presidente da Casa do Povo, que por motivo de apoio a familiar não pode comparecer, a quem Almerinda desejou rápidas melhoras.No uso da palavra, a vereadora da Câmara Municipal de Góis, D. Helena Moniz, frisou ser com muito gosto que em seu nome pessoal e da Câmara Municipal "participava nestes eventos, que são sem dúvida de realçar e de louvar", disse, reconhecendo neles a promoção e divulgação dos usos e costumes do concelho de Góis. A vereadora felicitou todos os elementos do Rancho e os seus dirigentes, não esquecendo também os que "ao longo dos 22 anos de existência fizeram parte deste rancho", salientando o trabalho da actual presidente do Rancho.O presidente da junta de Freguesia de Vila Nova do Ceira, António Monteiro também usou da palavra para referir a importância do evento e da divulgação das tradições, comprometendo-se a continuar a apoiar, tanto o Rancho "As Sachadeiras", como "Os Mensageiros da Alegria" e todos os grupos culturais existentes em Vila Nova do Ceira. Saudou e agradeceu a presença dos grupos convidados sugerindo-lhes que voltem sempre a Vila Nova do Ceira. Consciente que as eleições estão "à porta" mostrou-se crente que seja quem for que fique a dirigir os destinos da freguesia irá certamente continuar a apoiar os grupos culturais da freguesia, que tão bem representam a cultura varzeense, concluiu.José António Pereira de Carvalho, presidente da Assembleia Municipal de Góis, também saudou o rancho aniversariante a quem disse ter feito referência na sua última visita a Espanha. Na sua opinião própria realçou que de entre todas as freguesias é a de Vila Nova do Ceira que mais tem contribuído "neste tipo de arte" e terminou afirmando: "continuem que estão no bom caminho".A presidente do Rancho terminou agradecendo à Câmara Municipal de Góis os apoios recebidos, nomeadamente o transporte e o subsídio e à Junta de Freguesia de Vila Nova do Ceira, que também sempre tem apoiado. Agradeceu ainda ao presidente da FILVAR que tem disponibilizado as suas instalações, ao presidente da Cooperativa Silvo Agro Pecuária pala ajuda que tem prestado, ao jornal O VARZEENSE pela divulgação dos eventos, ao GeraldesPeixe a oferta de pólos novos, à Maria das Balsas com os seus bolos, ao Salgueiro pelo seu feijão, ao João do Talho pela sua carne, à Aida Cabeleireira e à Ilda Cabeleireira pelos seus penteados e a todos os varzeenses, sem excepção, pela ajuda moral e material que têm prestado ao rancho, ao longo dos seus 22 anos de existência. Almerinda Gonçalves terminou agradecendo também a ajuda da ADIBER, onde referiu encontrar sempre uma porta aberta e do pároco local que para além de ceder o Adro tem dado o seu apoio moral.
in O Varzeense, de 30/09/2009
Grupo dos Amigos Sobral, Saião e Salgado - Almoço do 32.º aniversário dia 24 de Outubro de 2009

O Grupo dos Amigos Sobral, Saião e Salgado vai levar a efeito o seu almoço de aniversário no próximo dia 24 de Outubro pelas 13 horas na Casa do Concelho de Góis.
Foram muitos os anos em que o mesmo se realizou em estabelecimentos de restauração de Lisboa, mas este ano chegou a oportunidade de o podermos levar a efeito na nossa casa mãe, sendo assim também uma forma de dar mais vida à casa concelhia.
O almoço será servido por uma empresa, cujas referências em termos de qualidade do serviço são óptimas.
Não sendo a ementa o principal, não deixa de ser importante é a seguinte: aperitivos; Moscatel, sumo laranja, salgadinhos e canapés Sopa; Creme de legumes Peixe; Bacalhau lascado com broa e grelos Carne; Lombo de porco recheado com farinheira Sobremesas em Buffet; Arroz doce, pudim, mousses, frutas tropicais laminadas; Bebidas; Vinho branco e tinto, águas minerais, refrigerantes e café de saco.
Estamos convictos que será do agrado de todos. Assim a direcção do Grupo convida todos os associados/as, conterrâneos, amigos colectividades congéneres a estar connosco neste dia verdadeiramente especial para todos nós.
Gostaríamos de ter o maior número para que conjuntamente possamos viver esta jornada "mais uma da nossa vida colectiva".
A Direcção
in Jornal de Arganil, de 8/09/2009
Resultados autárquicos em Góis

Câmara Municipal de Góis
PS 51,45% - 1.583 votos - 3 mandatos
PPD/PSD - 43,55% - 1.340 votos - 2 mandatos
PCP-PEV 1,1% - 34 votos - 0 mandatos

EM BRANCO 2.34% - 72 votos
NULOS 1.56% - 48 votos

Votantes: 3.077
Inscritos: 4.214

Maria de Lurdes de Oliveira Castanheira - PS
Diamantino Jorge Simões Garcia - PSD
José Alberto Domingos Rodrigues - PS
Maria Helena Antunes Barata Moniz - PSD
Mário Barata Garcia - PS




Assembleia Municipal de Góis
PS 48,1% - 1.480 votos - 8 madatos
PPD/PSD 40,95% - 1.260 votos - 6 mandatos
PCP-PEV 5,98% - 184 votos - 1 mandato

EM BRANCO 3.09% - 95 votos
NULOS 1.88% - 58 votos

José António Pereira de Carvalho - PS
Graça Maria Aleixo de Carvalho - PSD
Jaime Miguel Fernandes Garcia - PS
Abílio Manuel Bandeira Cardoso - PSD
Sílvia Maria Gonçalves Fernandes Nogueira Santos - PS
José Henriques Antunes - PSD
Paulo Miguel Lemos Fernandes Silva - PS
Vítor Manuel Nogueira Dias - PSD
José Rodrigues - PS
Fernando José Bandeira da Cunha - PSD
Maria de Lurdes da Costa Serôdio Barata - PS
Maria Dulce Monteiro Baeta Fernandes Gil Agostinho - PSD
Antonino dos Prazeres Antunes - PS
Manuel Martins dos Santos - PS
Ana Cristina Garcia Cunha e Santos - PCP/PEV

Presidente da Junta de Freguesia de Alvares - Vítor de Jesus Marques - PS
Presidente da Junta de Freguesia de Cadafaz - Casimiro Alves Vicente - PSD
Presidente da Junta de Freguesia de Colmeal - Carlos Conceição de Jesus - PS
Presidente da Junta de Freguesia de Góis - Alberto Jorge Alves dos Reis - PS
Presidente da Junta de Freguesia de Vila Nova do Ceira - António José Madeira Gouveia - PSD




Assembleia de Freguesia de Vila Nova do Ceira
PPD/PSD 50,66% - 348 votos - 4 mandatos
PS 43,23% - 297 votos - 3 mandatos
PCP-PEV 0,87%- 6 votos - 0 mandatos

EM BRANCO 1.89% - 13 votos
NULOS 3.35% - 23 votos

António José Madeira Gouveia - PSD
António Alberto Ferreira Monteiro - PS
Jaime Manuel Assunção Rodrigues - PSD
Alcino Leal Martins - PS
Maria de Lurdes Paraíso Alvarinhas Martins - PSD
Patrícia Catarina Carvalho Garcia - PS
Almerinda Gonçalves Martins de Almeida - PSD

Assembleia de Freguesia de Góis
PS 53,39% - 779 votos - 5 mandatos
PPD/PSD 38,52% - 562 votos - 4 mandatos
PCP-PEV 3,56% - 52 votos - 0 mandatos

EM BRANCO 2.81% - 41 votos
NULOS 1.71% - 25 votos

Votantes: 1.459
Inscritos: 1.994

Alberto Jorge Alves dos Reis - PS
Maria Helena de Almeida Fernandes Câmara Sanches - PSD
Graciano Antunes Rodrigues - PS
João Manuel Rosa Simões - PSD
Ana Paula Rodrigues Gonçalves - PS
José Lopes Marques - PS
Américo Casimiro Moniz - PSD
Carla Sofia Gonçalves Moreira - PS
Manuel Enéscio de Almeida Gama - PSD



Assembleia de Freguesia de Alvares
PS 47,78% 280 votos - 4 mandatos
PPD/PSD 45,73% - 268 votos - 3 mandatos
PCP-PEV 1,71%- 10 votos - 0 mandatos

EM BRANCO 2.39% - 14 votos
NULOS 2.39% - 14 votos

Votantes: 586
Inscritos: 825

Vítor de Jesus Marques - PS
Ana Paula Correia Henriques Barata Aleixo - PSD
Ramiro António Bandeira Antunes - PS
Isaura Maria Mendes de Abreu - PSD
Joaquim Manuel Fonseca Mateus - PS
João Filipe Antunes - PSD
Alzira Maria Dias Conde - PS

Assembleia de Freguesia de Cadafaz
PPD/PSD 66,32% - 128 votos - 5 madatos
PS 32,12% - 62 votos - 2 mandatos
PCP-PEV 0% - 0 votos - 0 mandatos

EM BRANCO 0.52% - 1 votos
NULOS 1.04% - 2 votos

Votantes: 193
Inscritos: 269

Casimiro Alves Vicente - PSD
António Carlos Duarte Barata - PSD
José Martins Alves - PS
Armindo dos Anjos Neves - PSD
Mário Almeida Nunes - PSD
Jorge Manuel Nunes Alves - PS
Luís Miguel Nunes Martins - PSD

Assembleia de Freguesia de Colmeal
PS 61,84% - 94 votos - 5 mandatos
PPD/PSD 32,89% - 50 votos - 2 mandatos
PCP-PEV 0,66% 1 votos - 0 mandatos

EM BRANCO 2.63%- 4 votos
NULOS 1.97% - 3 votos

Carlos Conceição de Jesus - PS
Hermenegildo João da Silva - PSD
José Braz Vítor - PS
António Alcindo de Almeida - PS
Silvino Simões Martins - PSD
Lisete Paula de Almeida Matos - PS
António Jorge Henriques de Almeida - PS
Encapuzados roubaram Multibanco em Vila Nova do Ceira

Três indivíduos encapuzados assaltaram ontem a caixa Multibanco (ATM) localizada no edifício da Cooperativa Agrícola de Vila Nova do Ceira, concelho de Góis. Os homens terão, segundo fonte do destacamento da GNR da Lousã, entrado pelas traseiras do edifício, cortado a parte de trás da máquina e levado a caixa onde se encontrava o dinheiro.
O alerta à GNR de Góis foi dado cerca das 2h30 por três pessoas que iam a passar de automóvel e foram alertadas pelo alarme da Cooperativa Agrícola Vila Nova do Ceira. Segundo fonte do destacamento, as testemunhas oculares voltaram atrás e viram os três indivíduos, "encapuzados e de luvas" a fugirem na direcção oposta, a pé. Presume-se que terão depois fugido num automóvel, em direcção desconhecida. Mas chegada ao local, a patrulha da GNR de Góis já nada viu, a não ser a caixa arrombada e o dinheiro, cujo montante não foi divulgado, levado.
Segundo a mesma fonte, os homens entraram pela lateral do edifício, através do arrombamento da porta, rebentando, de seguida, uma outra, que dá acesso à caixa Multibanco. Aí, "cortaram a parte traseira da máquina e levaram a caixa com o dinheiro", revelou fonte da GNR.
O Destacamento accionou patrulhas da GNR de postos vizinhos, designadamente Lousã, Arganil e Vila Nova de Poiares, numa tentativa de localizar os indivíduos. As investigações do assalto passaram para a alçada da Polícia Judiciária.
in Diário de Coimbra, 12/09/2009
Góis - Cabeças de lista comentam resultados

Perante os resultados, Diamantino Garcia, PSD, está surpreendido, António Tavares, CDU, está contente.

Em declarações ao JORNAL DE ARGANIL, Diamantino Garcia disse não estar "desiludido", mas antes "surpreendido" com os resultados. "A democracia é assim, perdi, mas há que respeitar". Questionado como fará oposição na Câmara Municipal, o autarca explicou que a sua "grande preocupação é Góis" e por isso sublinhou que vai "colaborar com os que ganharam" e que estará "atento", tendo "impedir "desvios" que possam haver. "A minha oposição será construtiva, numa lógica de menos política e mais Góis", concluiu.

Contactado pelo nosso jornal, o candidato da CDU a presidente da Câmara Municipal de Góis, António Tavares, comentou os resultados depois de o JORNAL DE ARGANIL o informar dos mesmos. Ao saber que o partido elegeu Ana Cristina Santos como deputada na Assembleia Municipal reagiu efusivamente, gracejando que a sua recuperação, em virtude de uma operação efectuada uma semana antes das eleições, até iria ser mais "rápida". "Fico muito contente, era esse o objectivo, andamos há pelo menos três mandatos a tentar".

Até à data não foi possível obter declarações de Lurdes Castanheira.
in Jornal de Arganil, edição electrónica
Entrevista a António Tavares, candidato pela CDU a presidente da Câmara Municipal de Góis

JORNAL DE ARGANIL a viver na zona da Lisboa, é conhecer das poe problemas do concelho de Góis?

ANTÓNIO TAVARES - Sim, tenho habitação em Alvares e vou lá todos os anos, dois, três meses e aos fins-de-semanas. Como potencialidades recoço o turismo e a possibilide instalação de empreligadas à fileira florestal. Como problemas aponto a necessidade de saneamento básico em todas as localidades do Município, em primeiro plano as sedes de freguesia. A sede de freguesia de Alvares, por exemplo, só tem 25% de rede de saneamento básico.
JA - Qual o programa eleitoral da CDU?
AT - Em primeiro, lugar, tudo fazer para atrair novos habitantes ao Município, noatravés da baixa do IMI e taxas de municipais; prémios à natalidade e pagade todos os manuais e livros escolares até ao 12.º ano; melhores transportes púe serviços de saúde, noa insistência de uma carrinha de acção médica de visita ao Município.
JA - De 2001 para 2005 a CDU teve mais três votos. Nestas eleições autárquicas espera um aumento expode votos?
AT - Espero um aumento de votos.
JA -Principalmente em que freguesias?

AT - Na freguesia de Góis e na freguesia de Alvares, onde temos incidido mais forte a nossa campanha
Entrevista a DIAMANTINO GARCIA, candidato pelo PSD a presidente da Câmara Municipal de Góis

JORNAL DE ARGANIL - Mudou do PS para o PSD "por Góis". Sente que a população entende realmenessa motivação?

DIAMANTINO GARCIA - O que está em causa é Góis e as suas gene não uma qualquer "partidarite" inconsequente. Vou ser como sempre fui um Presidente de todos os goienses. O contacto com as populações tem mostrado que as pessoas comrespeitam e aceitam a miopção.

IA -Uma vez que, a ser eleito presidente da Câmara Municipal de Góis, pretende pôr em prática um mandato de continuidade do actual executivo, o que os goienses podem esperar de novo?

DG - Tudo. A gestão camarária tem assentado, essencialmente, num grande presidencialismo. As minhas características enquanto gestor; sempre foram privilegiar o trabalho de equipa e ouvir toda a gente. Será um mandato participado, dialogante e aberto à Comunidade Goiense. O importante não sou eu, mas a equipa que me acompanha. E essa é, claramente superior às outras.

IA - O concelho tem condições para criar mais emprego?

DG - Claro que sim. Não defendegrandes indústrias (que serão bem vindas se aparecerem ... ), mas pequenas unidades sustentáveis. Góis não pode competir, da mesma forma com os concelhos limítrofes, de características diferentes. Tem que se afirmar pela diferença. Activiligadas ao Turismo, ambiente, natureza, agricultura biológica, caça, pesca e tantas outras poderão criar postos de trabalho. Há que acabar com a "subsídio-dependência" de que alguma formação é um mau exemplo. Há que fornecer a cana de pesca e não o peixe ...

IA - Como enaltecer Góis no contexto da Beira-Serra?
DG - Exactamente privilegiana diferença. Temos um Concelho verde (que não é por acaso ... ), águas incomparavelmente de melhor quada dos concelhos vizinhos (o que também não é por acaso ... ) que atraem imensa' gente durante o Verão. Temos uma paisagem rural diícil de encontrar noutras zonas do País, temos produtos regionais de muito boa qualidade que deverão ser divulgados. e protegidos. Temos deter orgulho naquilo que é nosso e naquilo que somos. Culturalmente, somos imensamente ricos, estamos no Centro Geográfico da Beira Serra e podemos fornecer um produto dimelhor e complementar ao dos nossos vizinhos.

IA - De acordo com as suas palavras, proferidas durante a apresentação da sua candidatura, a autarquia não deve enveredar por "aventuras" no que respeita a obras. Significa que o investimenseria controlado?

DG - Naturalmente que tem de ser. Não nos podemos esquecer que ainda atravessamos uma crise que não sabemos quando, nem como, termina; conhecemos, muito bem, as receitas do nosso município e tevárias obras estruturantes que vão desenvolver-se ainda durante o próximo mandato que irão consufortes recursos. Estou a referir-me, por exemplo, à Casa da Cultura, ao edifício dos Paços do Concelho, à requalificação do Campo de Futeao Centro Escolar de Alvares. As despesas terão de ser fortemencontroladas e tenho muito medo do regresso a tempos passados ( e que espero não voltem ... ) em que as obras eram de fachada, as festas de pompa e circunstância, mas que se esquecia o investimento naquilo que era essencial. O Saneamento Básico era caro, estava enterrado, logo... não era prioritário. Privilegiava-se o que era urgente e não o importante. Não queremos voltar ao tempo do meu primeiro mandato como Vereador da Câmara, em que os recursos fogastos para cobrir dívidas deixapela anterior gestão, em que os -empreiteiros fugiam dos concursos com medo de não receber; em que os fornecedores nos viravam as costas, em que as Juntas de Freguesia emdinheiro à Câmara Mupara pagar vencimentos aos funcionários como, aliás, infelizmense passa com algumas entidades do nosso concelho geri das de forma mais "arrojada".

Entrevista a LURDES CASTANHEIRA, candidata pelo PS a presidente da Câmara Municipal de Góis

JORNAL DE ARGANIL - Em que é que a Câmara Municipal precisa de investir mais no Concelho, neste momento?

LURDES CASTANHEIRA - O Tué sem duvida um potencial enógeno que exige um investimento diferente porquanto, sendo uma área transversal vai naturalmente desenvolver outros sectores de Actividade. A aposta no Turismo, melhora a oferem termos de alojamento, obriga à Formação j Qualificação profissional nessa área, promove o emprego e consequentemente fixa as populações mais jovens e atrai outras. Paralelaminimiza os efeitos da sazolida de, exige um funcionamento diferente do Posto de Turismo de Góis, exige a concepção e elaboração de uma agenda cultural mensal, com eventos diversificados, quer ao nível da cultura, desporto' e lazer. Apostar no Turismo de qualidade é atrair ouinvestidores, e mais investimenpotenciando - se assim a economia local e a Restauração. Obviamente que o Turismo enquanto sector de deestimula a iniciativa privada, exige um trabalho profícuo e sistemático ao nível da melhoria das acessibilidades, da qualidade da água e do ambiente.

JA - Como assistente social de profissão qual o projecto que conque deve ser posto em prápara minimizar os problemas sociais do concelho?

LC - Desde logo reactivar a Rede Social do Concelho, estrutura local criada por Despacho Ministerial, copelo Município, que congreuma diversidade de Entidades Públicas e Privadas, Locais e Regionais, com responsabilidades em matéria de acção social.
Há que reformular o regulamento interno, permitindo assim a integração de novos parceiros sociais e ao mesmo tempo, repensar práticas e intervenções no âmbito social. Os acparceiros não estão motivados, a sua participação é diminuta porque eventualmente não se revêem na metodologia de trabalho ou até mesná liderança. Ao reactivar a Rede Social do Concelho, vamos priorizar investimentos, vamos perceber quem são os verdadeiros beneficiários do Rendimento Social de Inserção e que politicas de integração temos que devamos identificar melhor a génese da pobreza e da exclusão social no concelho de Góis; Não teduvidas que com a Rede Social do Concelho a funcionar; uma das primeiras prioridades recai sobre a construção do lar da freguesia do Ca( Cabreira) e na dinamização do complemento solidário para idosos, prestação social que tem um impacto diminuto no Concelho de Góis, porexiste um trabalho de terreno junto dos potenciais beneficiários.
Não podemos esquecer que a Rede Social envolve as Autarquias Locais ( Câmara e Juntas de Freguesia ), os serviços da Segurança Social, da Edução, de Saúde, do Emprego, da Formação, as IPSS Locais, as conferências Vicentinas e outras, sendo o palco pripara. definir e implementar medidas de politica social para o Conde Góis.

JA - Qual o novo paradigma de desenvolvimento que pretende implementar, caso seja eleita prede Câmara?

LC - Um modelo de desenvolvique aposte na participação e na sustentabilidade. A Câmara Municipal não pode continuar a ser uma "ilha", que promove parcerias avulsas, em função de interesses momentâneos.
Há que definir uma estratégia de onde os conceitos de planeamento, gestão e avaliação estejam sempre presentes. Não é demagogia falar na importância das pessoas. Demagogia é falar nas pessosem nunca as ouvir instalando um sentimento de abandono e orfandade.

JA - Se for eleita vai residir no concelho?

LC - Já tenho residência no concede Góis desde Junho de2009. O dede alguns provoca distracção e alheamento do que é verdadeiramente importante para o Concelho de Góis.

JA - De que dinamismo costuma falar quando se refere às freguesias e que considera ser fundamental instituir?

LC - As Juntas de Freguesia são Autarquias Locais com competências e atribuições definidas por lei que lhe conferem desde logo um estatuto e uma autonomia muito própria. Contêm limitações de vária ordem, em particular ao nível de recursos hue meios financeiros, cabendo a Câmara Municipal ter uma atitude soária, proactiva e de parceria activa.
A Câmara Municipal não pode continuar a ver as Juntas de Freguesia como Entidade publicas de estatuto menor; que gerem os cemitérios, limpam vae arruamentos e passam atestade residência e/ou de pobreza.
Impõe-se um novo paradigma que evidencie e reconheça a verdadeira importância do papel das Juntas de Freguesia e isso passa inequivocamenpela mudança de atitude da Câmara Municipal. Esta mudança passa pela descentralização de serviços, pala reactivação das Comissões Sociais de freguesia, pela participação dos eleilocais na elaboração do orçamento e na identificação das prioridades em matéria de investimento, bem como pela afectação de meios humanos e fiInstituir o novo dinamismo às Juntas de Freguesia é devolver-lhes a confiança que merecem e com elas contratualizar serviços, numa óptima de melhor rentabilizar recursos e parresponsabilidades.
in Jornal de Arganil, 08/09/2009




Aldeias do Xisto divulgadas na semana de design na Holanda
Na semana de 17 a 25 de Outubro, na cidade Holandesa de Eindhoven, as Aldeias do Xisto estarão em evidência, durante a Semana de Design. Neste importante evento será apresentado o resultado do projecto "Design e Intervenção: Workshops nas Aldeias do Xisto', apoiado pela Direcção Geral das Artes e desenvolvido em parceria com a Design Academy Eindhoven.
O objectivo deste projecto foi a revitalização dos modos de vida das Aldeias, proporcionando aos designers e estudantes das áreas criativas um desafio e uma plataforma para explorar novas ideias em contexto rural único e distintivo como são as Aldeias do Xisto.
Os trabalhos foram coordenados por Daniela Pais, da Academia de Design de Eindhoven e David Luxembourg Professor na Academia de Design de Eindhoven durante o mês de Agosto nas Aldeias do Xisto.
in RCA, edição electrónica

Corterredor - Melhoramentos inaugurados

Com palco novo, casas de banho, churrasqueira, bar e largo requalificado, a aldeia de Corterredor tem agora aquela que já é considerada umas das melhores sala de visitas da freguesia de Cadafaz.

Os melhoramentos decorridos no beneficiado largo foram inaugurados no domingo, 4, seguido de um almoço-convívio para a população que se quis juntar à festa. Aliás, o largo será o ponto de encontro das festas anuais da Comissão de Melhoramentos da Povoação de Corterredor.
A obra era deseja quase desde o início da fundação da colectividade, em 1975, mas por a sua concretização implicar a doação de terrenos, a Comissão foi
evitando a situação, ao longo destes anos. "Felizmente hoje", começou por dizer, Luciano Lourenço, o primeiro secretário da instituição, Luciano Lourenço, "temos de agradecer às pessoas que eram donas deste terreno, que o facilitaram para que hoje tenhamos aqui este largo", continuou. Igualmente primeiro
secretário da Assembleia de Freguesia de Cadafaz, referiu-se à obra como "um magnífico trabalho", que permite que Corterredor esteja"cada vez melhor".
Foi de Armindo Neves, presidente da Assembleia de Freguesia de Cadafaz, que se ouviram os maiores elogios à aldeia, primeiro afirmando que esta é um "presépio da natureza" e depois vincando que Corterredor tem "a mais bonita sala de visitas para receber pessoas na freguesia de Cadafaz". Para o dirigente "é com obras desta natureza que se vai ajudando a combater a desertificação".

Parco em palavras, o presidente da Junta de Freguesia de Cadafaz, Casimiro Vicente, anunciou que a obra não termina naquela inauguração. Vice-presidente da Câmara Municipal, Diamantino Garcia, também preferiu não se estender nos discursos, sob pena das palavras serem mal interpretadas em virtude da época eleitoral que se vive. Desse modo, leu a placa inscrita no largo "Deus quer, o homem sonha, a obra nasce", aludindo à conjugação de esforços que permitiram a
realização dos melhoramentos, obra de Junta de Freguesia de Cadafaz em colaboração com a Câmara Municipal.
Em representação da Adiber, Lurdes Castanheira elogiou os melhoramentos realizados numa aldeia que considera ter "características singulares" e reivindicou a requalificação da ribeira.
in Jornal de Arganil, 08/09/2009

Quinta do Baião e a História da Verdade
Tem sido sistematicamente omitida a verdade dos factos, quanto ao processo da venda de uma parcela da Quinta do Baião à ADIBER.
Nos últimos dias tem vindo a publico diversas manifestações de desespero por parte da candidatura do PSD, encabeçada pelo Ex. militante do Partido Socialista, Diamantino Garcia e actual Vice-Presidente da Câmara de Góis, no executivo Socialista.
Contudo, tem sido sistematicamente omitida a verdade dos factos, quanto ao processo da venda de uma parcela da Quinta do Baião à ADIBER, tendo a Câmara Municipal de Góis arrecadado nos seus cofres 250 mil euros. A prova de que a Câmara Municipal recebeu o dinheiro está no cheque da ADIBER emitido à ordem do Município de Góis em 26/09/2007 e na guia de pagamento n.º 774 emitida pelos Serviços de Tesouraria da Câmara Municipal de Góis. É de facto muito importante esclarecer definitivamente os Goienses de que a Câmara Municipal de Góis não cedeu nenhum património a ADIBER. Em nome da Verdade, vendeu e recebeu o que lhe era devido. A Direcção da ADIBER repudia totalmente as afirmações do senhor Engenheiro Diamantino Garcia quando em entrevista dada recentemente ao Rádio Cube de Arganil, afirma que a ADIBER está a destruir o património Municipal. Como se pode chamar Património Municipal a um bem que a Câmara voluntariamente alienou, celebrou escritura de venda e recebeu o dinheiro?
Como pode um Autarca confundir uma Venda com uma cedência ?
Como pode um Autarca confundir Património Municipal com Património Privado ? Apenas um Autarca (s) que esteja em tudo de má fé…
É a todos os títulos lamentável e reprovável aquilo que tem vindo a publico sobre este processo, pois em momento algum o Sr. Eng. Diamantino Garcia referiu que o município de Góis recebeu 50 mil contos da ADIBER e nunca explicou aos Goienses qual foi o investimento que a Câmara Municipal fez com aquele dinheiro e em que é que beneficiaram os Goienses e o Concelho de Góis.
Chegou a hora de contar a história da verdade. Afinal de quem é a responsabilidade da venda de uma parcela da Quinta do Baião à ADIBER no ano de 2007?
Porque razão o Eng. Diamantino Garcia e os restantes Vereadores nunca propuseram a anulação de uma deliberação tomada em Dezembro de 1999 ?
Se a Direcção da ADIBER não é constituída por pessoas credíveis que não inspiram confiança à Câmara Municipal, porque razão o Sr. Eng. Diamantino Garcia e a D.ª Helena Moniz não se opuseram à realização da escritura ?
Este Executivo decidiu vender porque o dinheiro eventualmente dava jeito para equilibrar a falta de saúde das finanças da Câmara. Também concordaram com a venda porque nunca tiveram projecto para aquela parcela da Quinta do Baião. O plano de pormenor que serviu de bandeira às eleições Autárquicas de 2005 está metido na gaveta e foi mais uma despesa publica que apenas serviu para entravar deliberadamente a celebração da escritura em 2004.
A Direcção da ADIBER não está a destruir património municipal.
A ADIBER deu inicio ás obras que fazem parte do projecto Agro- Turístico, no imóvel de que é proprietária e o Senhor Eng. Diamantino Garcia sabe bem que esta é a verdade. Devia dizer aos Goienses que a ADIBER aguarda resposta a um documento enviado à Câmara Municipal em Janeiro de 2006 a dar conhecimento do Projecto de Arquitectura e alteração dos imóveis e que até à presente data ainda não obteve resposta. Sobre este assunto pode o Dr. Victor Duarte esclarecer sobre o paradeiro dos referidos documentos. Também pode esclarecer de quem é a responsabilidade de um oficio da Adiber enviado à Câmara Municipal que aguarda resposta há três anos e meio! Basta de caluniar a ADIBER. Basta de omitirem a verdade. Basta de não admitirem publicamente que não têm Projecto para o Concelho e que o trabalho desenvolvido por esta Associação os incomoda e que o seu grande objectivo é destruir o património construído pelos outros!
in Jornal de Arganil, 08/09/2009

Esclarecimentos 2 de Diamantino Garcia
Caros amigos Goienses, após ler a notícia publicada no Jornal de Arganil de 24 de Setembro, assumindo uma pretensa resposta, da candidatura do PS de Góis aos esclarecimentos que prestei em artigo publicado anteriormente, vejo-me obrigado a voltar ao vosso convívio para prestar novas informações. Nunca, no mencionado artigo, aludi a qualquer candidata ou candidatura.

Não me surpreende, no entanto, que a candidatura do PS de Góis venha agora assumir totalmente a autoria das calunias e mentiras que tem posto a circular. De facto, só podia ter vindo de lá. Vem isto a propósito, por exemplo, do que voltam a referir relativamente ao subsídio de reintegração que recebi em 2006. Julgo que terei conseguido explicar o que se passou e clarificado que tinha direito a receber esse subsídio quer continuasse, ou não, em funções. Este assunto foi esclarecido pelas entidades competentes a quem foi pedido parecer e só foi pago após a obtenção desses pareceres, unanimemente favoráveis.

A candidata do PS sabe disso, uma vez que recebeu o mesmo subsídio, o candidato à Assembleia Municipal igualmente, uma vez que, e bem, me pediu esclarecimentos na altura e, principalmente, o terceiro da lista a câmara conhece todo o processo, uma vez que, enquanto Chefe de Divisão Administrativa e Financeira e responsável pela Divisão de Recursos Humanos da CM, liderou todo o processo.

É infame e inqualificável que se ponha em causa a minha dignidade e honestidade. Em todos os cargos que desempenhei, orgulho-me de ter saído de cabeça erguida, não se passando o mesmo com alguns que, sendo responsáveis por algumas instituições, utilizam os meios para o seu serviço particular e parece que se orgulham de pagar tarde e a más horas aos seus funcionários (quando pagam...). Nem sequer se inibem de ganhar dinheiro em instituições particulares de solidariedade social gabando-se, depois de prestar serviço voluntário. Vou apresentar uma queixa no tribunal por difamação, uma vez que, para mim, em politica, não vale tudo.

Quanto ao convite que dizem desconhecer "se é verdade ou não, e porque não tenho medo de clarificar a verdade, passo a esclarecer: no dia 16 de Fevereiro de 2009 fui convidado pelo Presidente da Distrital do PS, Dr. Vítor Batista para um encontro no Café Santa Cruz, em Coimbra. Compareci acompanhado pela D. Helena Moniz. A data, e não é só coincidência, corresponde a noite em que foram votados e aprovados os nomes dos candidatos do PSD na estrutura Distrital deste partido.

Era, pois, uma reunião de emergência.

Após alguma troca de palavras em que me tentou demover a encabeçar a lista daquele partido "ofereceu-me", em troca da minha desistência, o lugar de Director Geral da ASAE e o de Presidente da Assembleia Municipal de Góis pelo PS. Também fez uma oferta à Drª Helena que, naturalmente não divulgo, porque não é assunto meu. Mais posso informar que, no mesma altura, foi afirmado peremptoriamente que, caso a candidata do PS, fosse acusada no processo do ADIBER (como veio a ser, com julgamento e marcado para Novembro...) não seria candidata, até porque Lisboa o impunha.

Portanto, eu estaria, em sua opinião, a precipitar-me. Quem me conhece, sabe que a minha reacção só poderia ser de enorme indignação e recusei liminarmente. Insistindo, pediu para lhe dizer alguma coisa até às 19 horas desse dia, o que não fiz, tendo sido ele a telefonar, voltando a repetir-lhe a decisão que já era, naturalmente, irreversível. Lamento ter que referir este episódio, até porque tive sempre uma relação muito cordial com o Dr. Vítor Baptista, sempre o apoiei quando outros não o fizeram, mas a hipocrisia do comunicado do candidatura do PS a isso me obriga e devo esta explicação aos Goienses, em nome do verdade.

Quanto à questão de ter nascido goiense, desculpar-me-ão mas tenho, de facto, um enorme orgulho nisso. Assim como do minha família, que todos conhecem (já os meus avós eram de Góis...) e dos meus amigos que também comigo convivem desde pequeno. Eu percebo que "doa" muito comparar as listas de candidatos efectivos a Câmara Municipal dos dois partidos e perceber que no PSD, dos cinco primeiros, quatro, vivam e tenham nascido em Góis e no PS, dos cinco primeiros apenas um (o terceiro...) more em Góis. Mas isso, terão de ser os eleitores a julgar no dia 11. Aliás e já que mencionei as listas, não se percebe que na candidatura do PS que tanto se pugna par igualdades se tenham "esquecido" de cumprir a lei do paridade relativamente a lista do Freguesia de Alvares, em que os três primeiros são do mesmo sexo, violando a Lei. Nem quero pensar que se trate de mais uma artimanha e que, o terceiro seja, na verdade o quarto e que, mais uma vez estejam a ludibriar os eleitores, menosprezando a sua inteligência...

Ainda mais infame é a alusão ao Sr. Presidente do Câmara José Girão Vitorino. Falam em pseudo-solidariedade mas esquecem-se de algumas coisas: a primeira e a de que se de facto ele confiasse no actual candidata a teria incluído no sua lista. Depois como é possível falar de solidariedade se, há quatro anos, a candidata e alguns dos seus apoiantes se foram oferecer ao PSD para encabeçar (é o termo mais apropriado...) a sua lista exactamente contra o Sr. Girão.

Quantos dos leitores deste artigo receberam mensagens, telefonemas, pressões directas para não votar PS? Quantas pessoas das listas do PS, ainda hoje se gabam, em público, desse facto? Não foi a sua candidata que elaborou (ou propôs a elaboração de...) vários manifestos eleitorais do PSD nos freguesias? De tudo isto há, naturalmente, provas. Aliás, esta maneira baixa de fazer politica, continua ser prática comum nestas pessoas ou como é que se justifica que a candidatura do PS tenha jantado no Restaurante "A mó" no feriado municipal com dois elementos históricos do PSD afectos à minha candidatura? Teriam falado de quê? Qual serio o seu objectivo? E isto que se chama transparência?

Finalmente que dizer do afirmação de que este mandato teria sido o mais oneroso (relativamente às despesas com o funcionamento do executivo) em 35 anos de democracia?
Como chegaram a esses dados? Em que baseiam? Quem os forneceu? Eu não faço ideia nenhuma se esses dados são reais ou não, mas prometo que vou averiguar e, a serem mentira, mais uma vez serão responsabilizados por isso. Aliás, a CM "poupou" em relação à minha pessoa quase 3 anos de vencimentos...

Gostaria de terminar afirmando a minha amizade, consideração e respeito pela grande maioria dos militantes e simpatizantes do Partido Socialista de Góis, de quem me considero amigo. Eu sei que eles nada têm a ver com este tipo de posturas e comportamentos. Consigo, naturalmente, distinguir as coisas.

Como não vou mais dirigir-me a vós antes das eleições, gostaria apenas de vos pedir que, no altura do voto, se libertem de todas as pressões e interiorizem que, sem testemunhas, irão ter a possibilidade de eleger aquele que ficará à frente dos destinos de Góis nos próximos quatro anos. Façam-no em LIBERDADE, convictos que, qualquer que seja o veredicto final, cá estarei para o respeitar e continuar a tentar pugnar pelo desenvolvimento do nossa terra (por muito que doa aos outros...)

Um abraço amigo,

DIAMANTINO GARCIA
in www.jornaldearganil.net
Góis: Negócio entre a Câmara e a ADIBER ameaça agitar campanha autárquica
A Câmara Municipal de Góis (CMG) deliberou, anteontem, exercer o alegado direito de voltar a ser proprietária de uma parcela da quinta do Baião, vendida à ADIBER em 2007, sendo a decisão capaz de agitar os últimos dias da campanha para as eleições autárquicas, apurou o "Campeão".
Ouvido pelo nosso Jornal, o presidente da Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra, José Cabeças, disse que vai ser pedida ao Tribunal Administrativo a anulação da medida camarária.
Da autoria dos cinco membros da CMG, a deliberação foi tomada com base num acordo onde está inscrita uma cláusula de reversão. Os edis (três eleitos pelo PS e dois pelo PSD) consideraram pertinente a tomada de decisão, tendo invocado que a ADIBER não desencadeou, até segunda-feira, as obras que alegadamente se comprometeu a efectuar na quinta do Baião.
Num gracejo, José Cabeças (PS) disse ao "Campeão" que a deliberação é da autoria de quatro autarcas do PSD e de um camarada dele (o presidente da CMG, José Girão Vitorino).
A medida da edilidade foi tomada por Girão Vitorino, Diamantino Garcia e Helena Moniz (eleitos pelo Partido Socialista), Graça Aleixo e Daniel Neves (autarcas do PSD).
A observação de Cabeças, antigo líder camarário, prende-se com a circunstância de dois vereadores eleitos pelo PS, Diamantino Garcia e Helena Moniz, se perfilarem para a reeleição (como independentes) numa lista do Partido Social-Democrata.
Outrora militante socialista, Garcia, que se candidata à presidência da CMG pelo PSD, tem como opositora Lurdes Castanheira (PS), ex-vereadora e secretária da Direcção da ADIBER.
Graça Aleixo, jurista, candidata à presidência da Assembleia Municipal de Góis, disse ao nosso Jornal que a ADIBER não efectuou aquilo que se tinha comprometido a fazer. José Cabeças declinou comentar, tendo remetido para o propósito de impugnação da deliberação camarária.
A vereadora independente eleita pelo PS, Helena Moniz, candidata à reeleição na lista do PSD, considera tratar-se de um processo pautado por "falta de diálogo" e "com intromissão de questões pessoais".
"A minha única bandeira é a de Góis, escusam de me chamar troca-tintas", rematou Helena Moniz, em declarações ao "Campeão".
Embora a ADIBER usufrua há nove anos da referida parcela, só em 2007 foi outorgada a respectiva escritura, e a isso não terá sido alheio um clima de relativa conflitualidade entre o presidente cessante da CMG, Girão Vitorino, e o seu antecessor, José Cabeças.
A parcela, que poderá voltar a ser propriedade da Câmara Municipal, foi vendida por 250 000 euros, mas a ADIBER tem reclamado, pelo menos, 312 000.
in http://campeaoprovincias.com
Autarquia quer Quinta do Baião de volta à posse camarária

ADIBER vai recorrer da decisão e ontem mesmo começou as obras no terreno
que foram de imediato suspensas após intervenção dos fiscais municipais


A Câmara de Góis decidiu, no início da semana, exercer o direito de reversão da Quinta do Baião, depois de a ADIBER não ter ali construído o prometido empreendimento turístico. Ontem mesmo, porém, aquela associação meteu as máquinas no terreno mas os fiscais municipais foram ao local e a intervenção ficou suspensa.

A polémica em torno da Quinta do Baião é antiga e envolve mesmo um processo judicial em que vários elementos da ADIBER e da autarquia foram acusados pelo Ministério Público. O terreno foi cedido à ADIBER para ali desenvolver um projecto turístico mas esteve muitos anos sem ser escriturado. Paralelamente, as relações entre a ADIBER e o executivo municipal "azedaram" e o terreno só foi escriturado em 2007, todavia com uma cláusula que previa a sua reversão caso o projecto não se concretizasse. A duas semanas das eleições, o executivo municipal executou essa cláusula, o que vai, certamente, motivar uma troca de acusações entre os dois principais candidatos. O "vice" da Câmara, Diamantino Garcia, é o candidato do PSD e Lurdes Castanheira, ex-vereadora do PS e secretária-geral da ADIBER, é a candidata do PS.

Ao Diário de Coimbra, o antigo presidente da Câmara e actual presidente da ADIBER, José Cabeças confirmou a recepção do fax da câmara, na terça-feira, numa decisão que para si é claramente "política", uma vez que, recorda, quer o vice-presidente quer outra vereadora também eleita pelo PS "entraram para o PSD". "A ADIBER vai recorrer aos tribunais para anulá-la", explicou Cabeças, acrescentando que as obras não tinham começado apenas porque a autarquia não emitira as licenças. O projecto já dera entrada na autarquia, assume, admitindo que ontem mesmo as máquinas começaram a laborar mas depois da intervenção dos fiscais municipais ficou tudo suspenso.

Diamantino Garcia, por seu turno, diz ter ficado altamente surpreso com a tentativa de início das obras de modo totalmente "ilegal". "Não havia necessidade. Daqui a uma semana haverá outro presidente da Câmara e logo se via. É completamente despropositado iniciar assim as obras", refere, lamentando que tenham sido feitas demolições sem autorização. A leitura que faz da cláusula de reversão é que o projecto teria de estar "realizado ao fim dos dois anos e não em fase de obras". Sobre o momento escolhido pelo executivo para fazer exercer esse seu direito, Diamantino Garcia explica que a escritura fora efectuada a 26 de Setembro pelo que só agora, nesta reunião, podia ter sido analisado e votado o processo.
in Diário de Coimbra, 2/09/2009
Festa das Vindimas em Cortecega dia 4 de Outubro

De acordo com um comunicado enviado ao RCA NOTICIAS, no próximo domingo, dia 4 de Outubro, vai decorrer em Cortecega, concelho de Góis, a Festa das Vindimas. Tendo em conta o programa agendado, pelas 13h terá lugar o almoço das vindimas, seguindo-se, pelas 14h30, o pisar da uva à moda antiga. Refira-se que durante a tarde haverá animação musical. Entretanto, os interessados podem inscrever-se através dos seguintes contactos: 917340773 e 914461009.
in RCA, edição electrónica

Águas do Mondego - Avançam as obras das ETAR de Vila Nova de Ceira e Ponte de Sótão

Mais 7,5 milhões para tratamento de efluentes e abastecimento de água
Para já, são inauguradas as ETAR de Góis e Cortes. No futuro, o investimento será superior a sete milhões de euros em tratamento de efluentes e abastecimento de água.

As ETAR de Góis e Cortes levaram, ao longo da sua construção, a algumas exigências por parte das entidades envolvidas no processo. "Em ambos os casos, a principal preocupação foi manter o tratamento adequado dos efluentes e minimizar eventuais descargas e paragens dos equipamentos existentes, durante o período de construção das novas infra-estruturas", explicou ao DIÁRIO AS BEIRAS João Pedro Rodrigues, presidente do conselho de administração da Águas do Mondego.
Para o responsável, ambas as reconstruções eram prioritárias, tendo em conta que as ETAR existentes "estavam obsoletas e subdimensionadas para as actuais populações e caudais produzidos".
Em Góis, os trabalhos consistiram na remodelação da estação de tratamento já existente, uma vez que esta não tinha capacidade para dar resposta ao acréscimo de população verificado na freguesia, não permitindo assim um tratamento adequado dos efluentes (tendo em consideração as utilizações previstas para a linha de água receptora do efluente tratado).
"Essas utilizações obrigaram a um faseamento e planeamento muito rigoroso dos trabalhos, de forma a manter um nível de tratamento mínimo/adequado do efluente enquanto decorriam os trabalhos da empreitada", referiu João Pedro Rodrigues.
A ETAR de Cortes é uma infra-estrutura com características técnicas diferentes (ao utilizar um sistema com escoamento vertical), que representa um modelo inovador no tratamento de efluentes. "O tratamento com escoamento vertical é de facto um modelo inovador em Portugal, dentro do tipo de tratamento macrófitas. A principal vantagem deste modelo é uma maior oxigenação e filtração do efluente, aumentando, deste modo, a eficácia do tratamento biológico", realçou João Pedro Rodrigues, adiantando que, "por outro lado, face aos sistemas tradicionais de fluxo horizontal, esta solução reduz substancialmente as áreas necessárias, em cerca de 75 por cento", referiu.
Para além destas vantagens, a ETAR de Cortes "é também uma infra-estrutura que se adequa ao meio envolvente e aos aglomerados em questão", embora "necessite de grandes espaços para pequenos caudais, daí que se utilizem, quase exclusivamente, para pequenos aglomerados, como é o caso presente" explicou o presidente do conselho de administração.
Nos dois casos, a existência de saneamento básico nas localidades abrangidas acabou por facilitar os trabalhos. "Ao mantermos o efluente durante a obra conseguimos que a ETAR entrasse logo em funcionamento", destacou o responsável.
Nas duas construções, os prazos das obras e os orçamentos foram cumpridos.

Obras em Vila Nova de Ceira e Ponte de Sótão

No futuro, o concelho irá receber mais "obras", nomeadamente em Vila Nova de Ceira e Ponte de Sótão.
"A empreitada de construção da ETAR de Vila Nova de Ceira, que representa um investimento de 1,1 milhões de euros, está em fase final de análise de propostas, prevendo-se o início da construção em Janeiro de 2010", indicou João Pedro Rodrigues. Quanto à ETAR de Ponte de Sótão, a infra-estrutura está prevista "no âmbito do contrato de concessão", num investimento "da ordem dos 600 mil euros, estando o projecto já executado e pronto a lançar a concurso", indicou João Pedro Rodrigues.
No total, a Águas do Mondego tem um investimento previsto, em tratamento de efluentes, na ordem dos três milhões de euros.
Ao nível do abastecimento de água, a empresa municipal vai construir os sistemas autónomos de Góis e Arganil, que irão abastecer os dois concelhos, representando um investimento de 4,6 milhões de euros.

José Girão Vitorino
"É uma forte aposta na defesa do meio ambiente"

A partir de amanhã o concelho de Góis "ganha" duas novas infra-estruturas de relevo. Com a inauguração das ETAR de Góis e Cortes o ambiente e a qualidade de vida das populações acabam por sair reforçados. "Estas são obras muito importantes. Traduzem-se numa forte aposta na defesa do meio ambiente e essencialmente na protecção das linhas de água", explicou José Girão Vitorino, presidente da Câmara Municipal de Góis.
"Em Góis, a ETAR existente já estava sobrelotada o que provocava algumas preocupações, dada a existência de uma captação de água e uma praia fluvial nas proximidades", referiu o autarca. O investimento, de cerca de um milhão de euros, dá assim boas garantias às populações.
A ETAR de Góis abrange as localidades de Bordeiro, Manjão, Góis, São Martinho, Vale Moreiro, na freguesia de Góis. "É um empreendimento com capacidade e tecnologia muito avançada", indicou José Girão Vitorino.
Embora com menos capacidade e com um sistema diferente, a tecnologia usada na ETAR em Cortes, não fica atrás da de Góis. "A que existia estava em funcionamento de forma muito reduzida e estava muito vulnerável", descreveu o autarca. "Foi toda construída a pensar na natureza e até são plantas a absorver grande parte da matéria", referiu.
A maior localidade da freguesia de Alvares tem assim assegurada uma estação de tratamento com capacidade para cerca de 250 habitantes equivalentes.
"Esta construção representa também uma clara aposta nos pequenos aglomerados populacionais. É com certeza uma mais-valia para a população local", realçou o edil de Góis.
Nos próximos tempos, e segundo o autarca, as apostas na área do saneamento viram-se para Vila Nova do Ceira e Ponte de Sotão. "Estes também serão investimentos muito importantes para nós. Em Vila Nova do Ceira já foi realizado o concurso para adjudicação da obra, pois falta construir o emissário e a ETAR", explicou o presidente.
Quanto a Ponte de Sotão, "dará mais trabalho, pois ainda não existe rede de saneamento", indicou José Girão Vitorino. Para além da "rede", o autarca acredita que a construção da ETAR deverá ser em breve uma realidade.


Victor Duarte
"É grande a expectativa das pessoas para verem os problemas resolvidos"

As obras começaram em Setembro de 2008 e, ao longo de um ano, a ETAR de Cortes foi colocada em funcionamento. Um passo importante para a maior localidade da freguesia de Alvares, em Góis. No local onde está construída a nova estrutura já funcionava uma estação de tratamento, mas "sem as condições devidas", refere Victor Duarte, presidente da Junta de Freguesia de Alvares. "O que existia nunca foi uma ETAR, apesar de ter sido construída como isso. Causava um imenso mau cheiro e era um foco de problemas", explica o autarca.
Agora tudo mudou. Os maus cheiros desapareceram e com eles partiram também os mosquitos e as preocupações de cerca de 250 habitantes da localidade. O tempo é de expectativa. "É grande a expectativa das pessoas para poderem ver os seus problemas resolvidos. Por enquanto, a estrutura não apanha toda a população de Cortes mas, a curto prazo, contamos ter os restantes 30 por cento das habitações com rede de saneamento", indica Victor Duarte.
Em alguns dos fogos já existe a rede, fruto de alguns "arranjos", elaborados pela freguesia. "Devido às condições do terreno não nos foi possível fazer as ligações todas. Ainda assim, aproveitámos a realização de algumas obras nas vias para construir parte da rede de saneamento em falta", explica o autarca.
Os espaços colectivos existentes em Cortes (lar de terceira idade, creche e jardim-de-infância), no passado, contribuíram para que a localidade fosse a primeira da freguesia a receber uma ETAR. Hoje, a população tem mais qualidade de vida e bem-estar.
Com os "problemas" resolvidos em Cortes, a prioridade vira-se agora para a sede de freguesia, Alvares. Aí, também existe uma estação de tratamento de resíduos, mas "já não resolve os problemas", atira Victor Duarte. "Era necessária a construção de uma infra-estrutura nova, um pouco à imagem do que aconteceu em Cortes", explica o autarca.
Em Alvares, falta "ligar" à rede de saneamento cerca de 20 por cento das habitações. "A nossa esperança é que se termine toda a rede de saneamento e as respectivas ligações", remata Victor Duarte.
in Diário As Beiras, de 21/09/2009
Jantar do PS de Góis amanhã com a candidata Ana Jorge

De acordo com um comunicado enviado ao RCA NOTICIAS, amanhã, dia 24 de Setembro, a partir das 20h, vai realizar-se no Restaurante Retiro dos Sabores, em Góis, um Jantar com Ana Jorge, candidata do PS pelo Círculo de Coimbra.
Os interessados podem efectuar as suas inscrições através dos seguintes contactos:
912 173 225 919 767 706 915 065 387
in RCA

Góis um Concelho com Futuro
Será desta vez que os goienses irão saber voltar uma página da história do seu concelho?
Aproxima-se um novo ciclo de vida autárquica, talvez o mais disputado nos 35 anos de democracia.
O concelho de Góis tem potencialidades nas várias vertentes numa forma empenhada e responsável para que lá se possa viver mais dignamente com uma maior fixação integrada por parte dos mais jovens, mas, é necessário uma melhor coordenação com amor firme à causa e às raízes que o mesmo será dizer, preservar e honrar uma cultura tradicional que se traduz nos valores de princípio e espírito de entre-ajuda, na hospitalidade e na solidariedade que é o apanágio da sua gente. Góis irá voltar a soar em todas as latitudes.
Lembro-me a propósito, quando há 50 anos fui trabalhar e residir na capital, nas várias actividades que exerci, colegas de trabalho ao terem conhecimento do meu concelho de origem diziam, "Góis é onde correram atrás do melro para lhe tirarem uma cereja do bico", ora isso era na verdade uma lenda aliada a um falso conceito que nada tem a ver com um povo perseverante que se rege por uma mística a todos os títulos, louvável que tem sabido acolher e respeitar todos os que ali pedem guarida.
Toda a via, usamos um adágio popular que diz: "para lá do Marão, mandam os que lá estão" ao considerar que há muito boa e simpática gente que, obviamente, sente ambição em impor domínio ideológico em áreas que lhes possam dar projecção e protagonismo pessoal, em nome de uma paixão virtual, mas a crise que se atravessa, tanto no país como em algum poder local, não se resolve com panos quentes, mas sim com muito trabalho, espírito empreendedor e muito amos à causa e às raízes.
Raúl Lopes Alves
in O Varzeense, de 15/09/2009

Santa Casa da Misericórdia de Góis assinala Dia Internacional do Idoso

No âmbito do Projecto "Progredir em Igualdade e Cidadania", e numa organização da Santa Casa da Misericórdia de Góis, com o apoio da Câmara Municipal de Góis e da Associação Educativa e Recreativa de Góis, no próximo dia 1 de Outubro vai ser assinalado o Dia Internacional do Idoso em Góis. Segundo o programa agendado, pelas 12h vai ter lugar a recepção aos idosos na sede da Associação Educativa e Recreativa de Góis, seguindo-se, meia hora depois um almoço convívio, e culminando a tarde com animação musical a cargo de um grupo de concertinas.
in RCA, edição electrónica

Espaços museológicos divulgados em caixinhas

O Município lançou, na semana passada, um novo folheto informativo. Desta feita, goienses e turistas têm acesso a uma pequena caixinha em cartão que contém o percurso museológico do concelho, com sete cartões explicativos dos espaços que podem visitar. Começa com o espaço museológico de Vila Nova do Ceira e segue-se a Colecção Museológica de Góis, (futura) Casa-Museu Alice Sande, Núcleo Museológico da Cabreira, Núcleo Museológico do Soito, Museu Casimiro Martins/Núcleo Museológico do Esporão, Museu Paroquial de Arte Sacra Padre Ramiro Moreira e Casa do Ferreiro. Mais uma vez, a edição é limitada, no sentido de que a "caixinha" está aberta a sugestões da população. Segundo o vice-presidente da Câmara de Góis, Diamantino Garcia, a procura tem sido "imensa", com pessoas a manifestar via Internet o seu interesse em visitar aqueles locais. Satisfeito com o resultado, gostaria que a autarquia tivesse uma estrutura capaz de acompanhar as pessoas e explicar o que verão. Afirmando que Góis pode orgulhar-se do seu património histórico, cultural, arquitectónico e rural, num futuro próximo, o edil gostaria que fosse editado um outro folheto, designadamente sobre o Rio Ceira.A par da informação museológica, foi lançado um desdobrável sobre a Pedra Letreira. O monumento de arte rupestre dos primórdios da Pré-História recente situa-se na povoação de Cabeçadas, na freguesia de Alvares, e por receio de vandalismo, a autarquia local, a manter-se na Câmara de Góis, deverá encomendar uma réplica. Descoberto nos anos 50 do século passado, o monumento encontra-se classificado como imóvel de interesse público, desde o ano de 1997 e para o edil, a réplica é a única solução de preservação. "Já nos propuseram fazer uma vedação à volta dela, mas está num sítio inóspito e qualquer pessoa pode rebentar com ela", explica, sustentando, por outro lado, que a própria existência de vedação pode incentivar, por si só, o vandalismo, A réplica resolveria essa apreensão e, ao mesmo tempo, funcionaria como preservação da erosão que naturalmente tem sofrido ao longo dos anos.

Casa Museu Alice Sande - "não estamos distraídos"

Foi a última morada de Alice Sande, artista de pintura em miniatura, que faleceu a 8 de Setembro de 2005. A casa e o museu foram legados pela artista ao Município de Góis, por in Jornal de Arganil, de 17/09/2009testamento onde manifesta vontade em ver a sua residência transformada em Casa-Museu. Contudo, ainda está fechada em público, por se encontrar em fase de organização. "Tem muita coisinha lá dentro, coisinhas que têm de ser catalogadas, avaliadas, e tem que se perceber o que é que ali está". Apesar de, como confessa Diamantino Garcia, a sua abertura ser um assunto recorrente e não estar ainda concretizada, garante, em nome da autarquia e dos técnicos que "não estamos distraídos" e que "neste tempo todo estamos a fazer alguma coisa". "Estamos de facto a criar a Casa Alice Sande, há um trabalho que já está feito. Há um dossiê com fichas de tudo aquilo que lá está, inventariado, datado, onde foi feito e como foi feito", esclarece, assegurando que "há pessoas que dedicam horas e horas àquele trabalho".
in Jornal de Arganil, de 17/09/2009
"O Rasto dos Barrões" no Corterredor
Aquele vale do Ceira onde as encostas são mais íngremes e o solo mais pedregoso, as margens mais alcantiladas e apertadas, a paisagem reverdejante e a quietude se estende para montante, é o percurso mais genuíno dum rio que galga da montanha para ali ir perdendo o declive, na mira de encontrar um leito mais suave até à foz. O trajecto mais montanhoso mereceu-nos uma observação sobre usos e costumes daquelas gentes, com o propósito de deixar um registo bem vincado na memória. Não se trata duma monografia mas duma verdade ficcionada.Este registo não pretende ofuscar o enorme e afincado trabalho dum regionalismo feito de lutas e paixões que, ao longo dos tempos, tem clamado pela maior visibilidade das suas aldeias, cujos habitantes vão dando a rica presença humana à serra que, à primeira vista, parece nua intransponível e desabitada. É uma aguarela fresca que estas margens nos deixaram nestes acessos difíceis, onde o verde e as rochas vão coabitando sem conflitos, tal como as gentes beirãs, de grande apego à sua terra, vão estabelecendo uma dimensão humana por aqueles vales além. Não fora a nossa qualidade de serranos e o espanto nos teria assaltado com maior intensidade.Este vale verdejante onde existe a profunda e verdadeira ruralidade típica, protegida de toda a poluição, aberto ao nosso conhecimento em tempos de "vacas magras", onde a tarefa do carvão era uma marca serrana, cuja figuração, hoje só poderia existir no nosso imaginário como se duma visão da tarde de calor se tratasse. Pois bem, este vale (melhor ou pior caracterizado) foi palco das personagens de "O Rasto dos Barrões" que retratam bem a têmpera dos homens que foram capazes de lutar contra adversidades que a montanha lhes impunha, os meios lhes restringem o folgo, mas o querer e a vontade indómita lhes aguçava o engenho e a arte. Tempos difíceis!Aqui, neste palco oferecido pela natureza, vai ocorrer uma cerimónia em homenagem aos carvoeiros, executantes duma tarefa árdua tão difícil quanto perseguida, aos santuários erguidos pela montanha em que o homem é apenas e só contemplador, excepção feita à capela da Sr.ª do Desterro. Destes marcos históricos, "O Rasto dos Barrões" vai deixar um testemunho público, na aldeia do Corterredor onde a Marquinhas tinha a taberna, o Raimundo se desunhava para conquistar esta beldade beirã. Não esquecendo a ti'Zulmira sardinheira que atravessava a serra com a canastra à cabeça para ganhar a vida sem vergonhas do mundo. Vida difícil!Ficam assim convidadas as gentes das Mestras, Corterredor, Cabreira e toda a freguesia do Cadafaz, para uma cerimónia que dentro em breve terá lugar na aldeia do Corterredor, dando a conhecer o livro "O Rasto dos Barrões" que fala da vossa terra.Adriano Pachecoin Jornal de Arganil, de 17/09/2009

Mestras - A povoação despovoada que reuniu mais de uma centena de Pessoas

A Liga dos Amigos de Mestras inaugurou, no passado dia 17 de Agosto, a sua casa de convívio e alguns melhoramentos realizados na aldeia. O momento contou ainda com o descerrar de oito placas toponímicas, que pretenderam homenagear e perpetuar alguns nomes que tanto trabalharam em prol do desenvolvimento das Mestras, como: Etelvino Martins Almeida, Guilherme Martins, José Lavos Pereira, mais conhecido por "José da Estância", família Almeida, Alcindo Alves e a rua dos Peliqueiros. Foi ainda descerrada uma placa toponímica com a inscrição da Liga de Amigos das mestras e a rua Luciano Assunção Antunes, em homenagem ao primeiro soldado da freguesia de Cadafaz morto em combate, a 28 de Maio de 1962.
O momento contou com o presidente da Câmara Municipal de Góis, José Girão, que antes de descerrar a placa inaugural da Casa de Convívio, pediu desculpa por não ter feito tudo o que desejariam, mas tal não foi possível, "não é fácil acudir às necessidades de todo o concelho", disse, no entanto, frisou que fez tudo o que lhe foi possível, ao que Jorge Veiga Antunes, vice presidente da Liga das Mestras, respondeu com palavras de agradecimento, afirmando mesmo que o povo das Mestras fica com José Girão no coração e disponibilizando-se para o receber sempre nesta povoação.
Em representação da ADIBER e da Santa Casa da Misericórdia, Maria de Lurdes Castanheira afirmou ser "um grande dia de festa nas Mestras", que apesar de "não ter habitantes efectivos conseguiu reunir mais de uma centena de pessoas". Quanto a apoios, manifestou que a ADIBER e a Santa Casa esteve e estará sempre presente para ajudar a povoação das Mestras, pois, adiantou: "é necessário investir no mundo rural".
Maria de Lurdes Castanheira foi ainda dar uma volta pela aldeia, acompanhada do vice presidente da Liga e alguns amigos, a fim de tomar consciência das principais dificuldades e aproveitamentos que poderiam surgir na povoação, incentivando desde logo que, através da ADIBER poderão candidatar-se ao PRODER, no sentido de construir muros em pedra, junto às lobadas de água, para preservar o património natural e a beleza paisagística, entre outros produtos endógenos que poderiam vir a ser rentabilizados.
A tarde continuou com muita animação, concertinas e comida, que prendeu todos os presentes, na povoação das Mestras até ao imperar da noite.
Refira-se ainda que, nas imediações da casa de Convívio, foi construída uma piscina de água corrente, aproveitando a água que corre diariamente na encosta verdejante, tornando a povoação das Mestras num local de sonho, apetecível para passar alguns dias de descanso.
in O Varzeense, de 15/09/2009
Bombeiros de Góis: Nova ambulância e obras no quartel em prespectiva

Os Bombeiros Voluntários de Góis contam ter uma nova ambulância, até final do ano, e esperam, também este ano, a aprovação da candidatura para o alargamento do quartel-sede e conclusão das obras no destacamento de Alvares.

A completar 53 anos de existência, a corporação goiense tem oito dezenas de bombeiros no quadro activo.

Ao comando está Francisco Dias, de 49 anos, um natural do concelho, que muito jovem seguiu as pisadas do pai na abnegada missão de acudir a pessoas e bens; tinha apenas 15 anos quando vestiu uma farda pela primeira vez.

O quadro de activos divide-se entre o quartel de Góis e o destacamento de Alvares, a cerca de 30 quilómetros da vila que é sede de concelho.

Actuando numa área predominantemente florestal e acidentada, os bombeiros sentem alguma dificuldade em chegar a alguns locais com a celeridade que desejariam.

O facto de serem voluntários dificulta de algum modo também a composição dos piquetes. Consciente de que alguns dos activos ao serviço da corporação não deixariam as profissões que têm para serem bombeiros em exclusividade, o comandante veria com bons olhos a criação de um quadro misto, formado por voluntários e profissionais.

O futuro da corporação parece assegurado. Francisco Dias assinala com satisfação a presença de jovens no quadro activo. O "senão" desta realidade tem a ver também com o facto de serem estudantes, alguns deles universitários, e viverem em tempo de aulas fora do concelho.

Apesar das dificuldades, a corporação não deixa de cumprir o seu papel num zona do país sensível do ponto de vista ambiental. Segundo o comandante, falta aos Bombeiros de Góis pelo menos uma nova viatura de combate a incêndios florestais, já que as duas existentes "estão ultrapassadas" e "não apresentam as melhores condições".

Quanto a ambulâncias, a Associação Humanitária deverá adquirir até final do ano uma nova ambulância, devidamente equipada, pois as outras duas que existem na corporação começam a estar desasjustadas em relação às regras, cada vez mais exigentes, da prestação de socorro.

Os Bombeiros Voluntários de Góis completam os 53 anos esta segunda-feira, dia 14, e por isso mesmo estão de parabéns.
in O Campeão das Províncias. 09/09/2009

VI(r)VER O PATRIMÓNIO

O Município de Góis, uma vez mais, associou-se às comemorações das Jornadas Europeias do Património (JEP) 2009, este ano sob o tema VI(R)VER O PATRIMÓNIO, a convite do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR, IP). Nesse sentido, no passado dia 11 de Setembro, o Município de Góis organizou uma jornada inteiramente dedicada ao património cultural, adiantando-se na comemoração das JEP, que se irão realizar durante o fim-de-semana de 25 a 27 de Setembro do ano corrente.

Para iniciar a comemoração, o Município de Góis apresentou, no Posto de Turismo de Góis, materiais informativos no âmbito da promoção e divulgação do património cultural concelhio, que se encontram disponíveis para distribuição no mesmo espaço municipal.

Foi apresentado folheto sobre a PEDRA LETREIRA, imponente monumento de arte rupestre, que remonta aos primórdios da Pré-História Recente, que se situa na povoação de Cabeçadas, na freguesia de Alvares. Para realização do desdobrável de carácter informativo e divulgativo sobre a PEDRA LETREIRA, classificada como Imóvel de Interesse Público, no ano de 1997, o Município de Góis contou com o prestimosa colaboração do Professor Doutor João de Castro Nunes, ilustre investigador que estudou o referido monumento, e dos proprietários do terreno onde se situa o monumento.

O roteiro Uma Jornada às Memórias de Góis foi apresentado de seguida. Com este roteiro apresenta-se informação essencial sobre os espaços museológicos que existem no Concelho de Góis. Com este roteiro sugere-se a visita aos diversos espaços no sentido de conhecer excertos da história de Góis, memórias das suas gentes. Nesse sentido, realizou-se uma excursão aos espaços museológicos, onde fomos muito bem recebidos pelos seus responsáveis e dinamizadores. No Soito, na Cabreira, em Alvares e no Esporão primou-se pela hospitalidade. Bem hajam!
in CMG
GNR apreende 51 plantas de cannabis a homem de 54 anos no Colmeal

A GNR da Lousã apreendeu hoje 51 pés de cannabis e 1,450 quilos daquela droga a um indivíduo de 54 anos do concelho de Góis, que foi constituído arguido.

A operação desenvolvida pelo Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento da Lousã desenrolou-se ao início da manhã, com uma busca domiciliária à casa do arguido em Colmeal.

O indivíduo, que reside com um filho de 12 anos, foi presente ao juiz do Tribunal da Comarca de Arganil, ficando sujeito a Termo de Identidade e Residência.

Desconhecem-se antecedentes criminais do arguido, disse fonte da GNR à agência Lusa.
in http://jn.sapo.pt

Força Cabreirenses

A Comissão de Melhoramentos da cabreira realizou um almoço convívio assinalando o 56.º aniversário da sua fundação que teve lugar na Casa de Convívio daquela localidade. Compareceram ao evento cerca de 130 pessoas.
A Direcção aproveitou a ocasião para falar aos conterrâneos começando por manifestar a sua gratidão. Além dos seus directores aos srs. Jorge Veiga Antunes e Álvaro Cerejeira que bastante lutaram, realçando as pessoas que com eles colaboraram, nomeadamente, Jaime Henriques e esposa, Alice Veiga, sua irmã Cidália Henriques, Alice Alves Neves, Rute Neves Vidal, e outros que não se poupando a esforços contribuíram para o êxito. Pela minha parte só desejo apresentar a todos o meu agradecimento já que devido a falta de saúde a minha colaboração foi mínima.
Estes gestos dão muita força para que continuemos e, desde já me ponho à disposição da direcção que for empossada na Assembleia de 4 de Outubro. Entendo, e penso que todos assim pensarão, que quando não se pode desenvolver o melhor serviço que é melhor entregá-lo a outros que o possam desenvolver e estou certo que tudo irá correr pelo melhor, desta forma estamos a homenagear os fundadores.
Caros amigos cabreirenses, daqui o meu apelo para que compareçam em massa a esta Assembleia Geral pois dela resultará o bom andamento da nossa colectividade. É bem sabido que tem sido graças à nossa união e sacrifício de alguns que se têm resolvido muitos problemas. Embora muito se tenha feito, estamos ainda bem longe de nos aproximarmos dos povos que nada dão mas tudo recebem. São mais felizes que nós! Não podemos estar alheios a que, desde tempos remotos, os sucessivos governantes só se lembravam destes povos do Vale do Ceira para lhes arrancarem ao fim do ano a dízima referente às pequenas leiras que cultivavam sem o mínimo de condições de acessibilidades. Desfrutemos dos nossos belos moinhos que nos foram legados pelos nossos antepassados. Recordemos o grande benemérito Manuel Lourenço Baeta Neves, natural de Corterredor que, em 1857, mandou fazer o comodo dos povos. Mais tarde, como o abandono continuou, foi preciso fazer Ligas, Grupos e Comissões, que desta forma construíram escolas, abastecimentos de água e tudo o indispensável para qualquer ser humano sobreviver. Figuras como a do barão Manuel Francisco Martins e outros, não podem morrer na nossa memória, pois as pessoas só morrem quando as esquecemos. Temos que mostrar que somos dignos destas figuras que tanto fizeram em prol desta região abandonada. Tal como ontem, hoje somos forçados a dar as mãos às autarquias, desenvolver esforços sem o que ficaremos condenados a pouco mais ter que encantadoras belezas naturais com que a mãe natureza nos dotou. Apesar destes povos serem portadores de excelentes qualidades, os governantes têm agido como se aqui não fosse Portugal.
Sarafim Antunes Neves
in Jornal de Arganil, de 17/09/2009

Amiosinho - Inauguração da Casa de Convívio

Irá ser inaugurada, no próximo dia 26 de Setembro, a casa de convívio e sede da Comissão de melhoramentos. Esperamos que seja um grande dia de festa e convívio em Amiosinho, em que esperamos contar com a presença de todos, sem os quais não seria possível estarmos aqui a fazer este convite, sejam naturais, sócios ou amigos de Amiosinho e não podemos esquecer também aqueles que já passaram por anteriores direcções; a todos o nosso obrigado.
Aproveitamos para agradecer ao Sr. Jaime Simões (dos Madeiros pequenos), que nos ofereceu uma máquina de café mais moderna.
É muito gratificante para nós vermos a vontade das pessoas para que este dia se torne uma realidade.
Contamos consigo.
A Direcção da C.M.A.L.
in Jornal de Arganil, de 10/09/2009

Telhada - Água de novo abastecimento falha na aldeia

Há cerca de um ano que tinha sido melhorado o abastecimento de água. O pedido da população e da Lida de Melhoramentos da Telhada era antigo e, por isso, a beneficiação do abastecimento de água foi uma vitória. Dado o "feito", por ocasião do convívio anual da Liga de Melhoramentos de Telhada, na passada segunda-feira, o vice-presidente da Câmara de Góis, Diamantino Garcia ia levar, até, a boa nova de que as análises à água mostravam "óptimas" condições. Porém, há três dias que a aldeia não tinha água no novo abastecimento. "Hoje de manhã vinha todo contente, porque recebi as análises da água da Telhada, tirei uma fotocópia e trouxe o resultado: água com óptima qualidade", explicou o edil, lamentando que quando soube do sucedido. "Foi uma das obras que nos deu, Câmara de Góis e Junta de Freguesia de Alvares, mais prazer em resolver", recordou Diamantino Garcia garantindo que a autarquia ia tentar resolver o problema, sendo que, na sua opinião, não deveria ser uma questão de seca de curso de água. Carlos Rosa, presidente da Liga de melhoramentos, que testemunhou de imediato a desilusão do edil, afirmou ser uma situação "triste", mas mostrou-se ciente de que são "coisas que acontecem". "Vamos esperar que seja resolvido o mais rápido possível, para que nós possamos ter água como temos tido há um ano a esta parte".
À parte o lamento, Carlos Rosa agradeceu a presença dos telhadenses no almoço de confraternização entre todos os associados e amigos da colectividade, na Casa de Convívio, realizado na decorrência das festividades religiosas em honra da Nossa Senhora da Boa Viagem, padroeira da aldeia. Além disso, fez referência às pessoas que queriam, mas não puderam estar presentes, caso do presidente da autarquia de Góis, José Girão Vitorino, por motivos de saúde. "Visto que é a última vez que nos reunimos com ele na presidência da Câmara, queria que lhe fosse transmitida uma grande salva de palmas por aquilo que tem feito no nosso concelho ao longo destes 30 anos".
O convívio entre sócios e amigos da Liga de Melhoramentos de Telhada é, para o presidente da junta de Freguesia de Alvares, motivo de louvor, dado que é um "sinónimo de vitalidade" da aldeia e de que as pessoas fazem por estar unidas e reunidas. "Momentos como este são sempre oportunos", sublinhou. Aproveitando o momento para fazer um balanço das obras realizadas na Telhada, Victor Duarte considera que este é "francamente positivo" e anunciou a beneficiação de acessibilidades. "Faz parte de um conjunto de intenções resolver uma situação que se vem arrastando há vários anos", justificou a importância da medida.
Silvério Rosa, presidente da assembleia geral da Liga havia, igualmente, manifestado o seu contentamento pela tradição, e Manuel da Graça Alves apelou à continuidade da união entre telhadenses. O convívio foi ainda felicitado pelo representante da Comissão de Melhoramentos de Algares, Armindo Henriques.
in Jornal de Arganil, de 10/09/2009

Festa de Verão em Amiosinho

Realizou-se nos dias 17, 18 e 19 de Julho, a festa que este ano foi ainda mais animada do que no ano passado.
Começou logo com uma boa surpresa na sexta-feira à noite, quando ainda se faziam os últimos preparativos tivemos a visita de alguns amigos onde estavam o jovem Ernesto, que com a sua concertina nos animou até às tantas, pois além de tocar também cantava; o nosso obrigado ao Ernesto e aos seus pais por esta boa surpresa. O ponto alto da festa foi no sábado começando bem cedo a música da aparelhagem sonora, e às 16:00 horas a missa realizada pelo nosso pároco o Sr. Padre Ramiro, depois às 17:00 horas o porco assado no espeto, que estava uma delícia e que mais uma vez teve dois grandes colaboradores a quem queremos agradecer: ao Sr. Nelson David que se encarregou de adquirir o bicho, e ao Sr. Carlos Barata que foi quem o assou, cedendo o seu assador bem como outros utensílios necessários, tendo uma vez mais oferecido todo este trabalho gratuito, aos dois o nosso muito obrigado, mas não só a este dois colaboradores mas a todos os que trabalharam antes da festa, durante a festa e depois da festa, sim porque a sua realização dá algum trabalho.
Depois foi a actuação do teclista e vocalista José António Reia que nos animou até às tantas da madrugada.
Tendo os jovens Tiago Henriques e João Tomás também subido ao palco com as suas concertinas, tocando algumas modas para delícia de todos, aliás durante todo o dia de sábado e domingo sempre se ouvia o toque da concertina, ou por estes jovens ou pelo Sr. António Henriques, nosso colega da Direcção.
No domingo, foi o encerramento com o torneio da sueca, proporcionando uma tarde de convívio e animação, os troféus foram oferecidos pelo Sr. António Henriques. Aproveitamos também para agradecer os donativos que algumas pessoas deram para a festa, bem como ofertas que deram para o leilão e para a quermesse, e mais uma vez tínhamos uma quermesse de luxo.
A festa realizou-se no largo, frente à Capela, este ano com melhores condições muito graças à Câmara Municipal de Góis que nos nivelou o largo devido ao piso do largo existente ser muito irregular, o novo piso fez a diferença, pois esta ano o bailarico esteve muito animado. Um obrigado ao Dr. Victor Duarte, pelo seu empenho para que o largo estivesse pronto a tempo da festa, a qual tivemos uma vez mais a sua presença, neste nosso convívio, bem como a presença da Dr.ª Ana Paula Aleixo e o Sr. Amílcar Aleixo. A todos os que nos visitarão um muito obrigado.
Também o saldo foi positivo, no valor de 756,86€.
A Direcção da C.M.A.L
in Jornal de Arganil, de 10/09/2009
Nas Cortes em Outubro…

TEATRO
No próximo dia 4 de Outubro, pelas 15 horas, será levada à cena uma peça de teatro no salão da Casa de Cultura e Recreio Claudino Alves de Almeida. É uma iniciativa da Câmara Municipal de Góis que já deveria ter acontecido no passado mês de Março, mas por dificuldade de agenda do Grupo que vem representar só agora será possível. Mais um grande acontecimento num fim de semana muito rico culturalmente para Cortes e para a freguesia de Alvares e que tem mais um dia pois dia 5 é segunda-feira feriado nacional. Ninguém deve faltar...
A entrada será livre.

CAFÉ-CONCERTO

Mais uma iniciativa inédita, em Cortes...
O salão da Casa de Cultura e Recreio Claudino Alves de Almeida vai receber um evento totalmente inovador para o meio onde vai ser realizado...
A banda convidada é a "Bandalismo" que aceitou o desafio e vem criar um ambiente de acordo com as melhores salas de café-concerto das grandes cidades.
No próximo dia 3 de Outubro pelas 21h e 30m terá inicio o acontecimento. Este será um dos eventos comemorativos do 79º aniversário da nossa Comissão de Melhoramentos de Cortes.
As entradas serão através de inscrição, pelo que devem fazê-la através do mail cmcortes@sapo.pt ou pelo tlm 96 580 29 81 João Reis.
JOÃO REIS ANTAO

Julgado de Paz vai ser uma realidade em Góis


Vocacionado para a resolução de pequenos conflitos, o tribunal já está acordado com a tutela e deverá começar a funcionar no final do ano ou em Janeiro próximo

As diligências começaram há já algum tempo, mas neste momento está praticamente tudo pronto. "Vamos assinar o protocolo com o Ministério da Justiça em breve", afirma o presidente da autarquia de Góis, visivelmente satisfeito pela conquista deste serviço para o concelho. "É uma mais-valia", afirma Girão Vitorino, sublinhando que, com o Julgado de paz a funcionar em Góis, obvia-se a deslocação habitual ao Tribunal de Arganil para a solução de pequenos conflitos. "É um bem para as populações do concelho", afirma o autarca.
Neste momento, de acordo com Girão Vitorino, o município está em negociações com os proprietários de duas casas, localizadas no centro da vila, numa das quais vai ficar o Julgado de paz, e, garante, "até ao final da semana o processo fica concluído". Segue--se, depois de definidas as instalações, a realização das necessárias obras de adaptação, no sentido de permitir o funcionamento daquele serviço jurídico, que surge no quadro da reestruturação da ~e de julgados de paz existentes.
A assinatura do protocolo entre o município de Góis e o Ministério da Justiça ainda não tem data marcada, mas o presidente da Câmara de Góis acredita que se irá realizar em breve. No entanto, a operacionalização do serviço "já não será feita comigo", adianta, uma vez que vai abandonar o executivo, apontando para a sua entrada em funcionamento "em Dezembro ou Janeiro".
Meio a sério meio a brincar, o autarca de Góis afirma que "não estou a fazer política, estou a fazer obra" e justifica um conjunto de projectos que estão a avançar ou em fase de conclusão no concelho não com o "terminus" do seu mandado, antes sim com o facto de só recentemente terem sido disponibilizadas as verbas do Quadro de Referência Estratégico (QREN).
E, nessa linha, Girão Vitorino aponta, por exemplo, para a Casa da Cultura, um projecto há muito ambicionado no concelho e que já deu os seus primeiros passos, ao merecer a aprovação da Associação de Municípios do Pinhal Interior Norte, da qual Góis faz parte. "Aguardamos agora que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro nos dê luz verde", adianta o autarca. Girão Vitorio enfatiza a importância deste projecto, que se vai transformar na "sala de visitas" do concelho, uma vez "que não tínhamos nenhuma sala para receberem espectáculo de teatro - que a população de Góis tanto gosta - ou para actuação da nossa filarmónica, que está, inclusive, a ensaiar em péssimas instalações". O autarca refere, de resto, a atenção que a juventude do concelho tem vindo, de forma crescente, a dar ao desporto, à dança e ao teatro e que "importa alimentar, criando condições para fazer crescer esse entusiasmo".

"Consciência do dever cumprido"

"Nota positiva" também para as obras na EN 342, cujos pouco mais de dois quilómetros de ligação à vila de Góis deverão estar concluídos dentro de um mês, bem como para o pólo industrial de Vila Nova do Ceira, que já tem um lote ocupado. "Estamos à procura de investidores", refere Girão Vitorino, que se vai despedir da gestão da autarquia "com a consciência do dever cumprido". Entusiasmado com um conjunto de projectos em fase de arranque, o autarca refere ainda a Escola de Alvares, que "já está em construção, tem um mês de obra", bem como a projectada - e já aprovada - ampliação da EBI de Góis, onde vão ser construídas mais duas salas, e cujo concurso será lançado muito em breve.
O autarca aponta ainda para as duas estações de tratamento de águas residuais, em, Góis e Cortes, da responsabilidade da Águas do Mondego, que já estão em funcionamento e deverão ser inauguradas nos próximos dias. Trata-se, no entender do autarca, de duas infra-estruturas modernas, que "representam uma mais-valia para as populações de Cortes e de Góis" e que contribuem para garantir a qualidade da água nas praias fluviais, particularmente de Vila Nova do Ceira.
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Críticas aos atrasos no campo de futebol

Se a Casa da Cultura e um conjunto de outros projectos estão no bom caminho, Girão Vitorino já não está a achar graça nenhuma aos sucessivos atrasos no processo de colocação de relva sintética no campo de futebol <Estamos a ficar cansados de esperar", afirma sub1inhando que ,<somos dos poucos concelhos que, neste momento, não tem um campo de relva sintética;>. Uma situação negativa, no entender do autarca e que se prende com os atrasos verificados no Instituto do Desporto "Dizem-nos que só falta, uma assinatura, mas já lá vão dois meses à espera", refere, crítico. "Estamos no meio da serra, mas também temos direitos", sublinha, apontando para os muitos jovens "mais de uma centena" - que praticam desporto naquele espaço e que merecem melhores condições.
" O nosso processo tem ficado para trás", sublinha ainda, considerando a situação "muito aborrecida para nós, para os nossos jovens e para quem nos visita". O projecto, adianta, não inclui apenas o arrelvamento, uma vez que a autarquia entendeu, também, efectuar uma intervenção de reabilitação ao nível dos balneários e, também, criar uma pequena bancada no sentido de dar mais dignidade ao campo. in Diário de Coimbra, 8/09/2009

Convívio reune amanhã idosos do concelho de Góis

Amanhã, no âmbito do projecto "Progredir em Igualdade e Cidadania", a Santa Casa da Misericórdia de Góis, com o apoio da Câmara Municipal, vai promover um Convívio Interinstitucional, que visa reunir os idosos do concelho. Este convívio vai ter lugar no Parque do Cerejal, em Góis, pelas 12h30m, e para além de uma sardinhada inclui animação musical durante a tarde.
in www.rcarganil.com

Ateou seis fogos por vingança

A Policia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção de um homem de 29 anos suspeito de atear seis fogos em Góis, elevando para dez os presumíveis incendiários presos este ano na região Centro.
Detido quarta-feira à noite, o suspeito é trabalhador na construção civil e terá actuado num quadro de vingança, recorrendo a um isqueiro para atear as chamas.
Segundo a Directoria de Coimbra da PJ, os fogos eclodiram entre 17 de Agosto e 3 de Setembro, em Vila Nova de Ceira, concelho de Góis, a que valeu a "intervenção rápida dos meios de combate".
O suspeito revela "algum desequilíbrio social no meio onde vive e a sua atitude terá sido uma espécie de revolta", referiu a mesma fonte.
Deverá ser presente sexta-feira a trinual para primeiro interrogatório judicial. Este ano, a Directoria de Coimbra já tinha detido nove pessoas, sete das quais ficaram em prisão preventiva, por decisão judicial. As restantes duas estão sujeitas a apresentações periódicas às autoridades.
in http://sol.sapo.pt

CANDIDATURA MARIA DE LURDES CASTANHEIRA
"Renovar a Esperança / Confiar no futuro"


Com o objectivo de dar contributos para a elaboração do Manifesto / Programa Autárquico da candidatura de Maria de Lurdes Castanheira à Câmara Municipal de Góis "Renovar a Esperança, Confiar no futuro" e porque esta candidatura pretende reunir o contributo de todos os goienses (nascidos ou residentes neste concelho) e de todas as pessoas que pretendam ajudar no desenvolvimento do nosso território, a Comissão Técnica Eleitoral Concelhia vai organizar, no âmbito desta candidatura, 5 debates temáticos de 11 a 18 de Setembro de 2009.
Todos os contributos serão válidos. Todas as ideias serão analisadas e discutidas. Todos podem participar. Mesmo que não seja possível a sua presença, envie-nos o seu contributo para o programa autárquico via telefone, mail ou por carta, para os contactos em rodapé.
O programa eleitoral é um documento único e transversal. No entanto, para facilitar o debate de ideias organizámos estes em 5 grandes áreas temáticas:

1. Dia 11 de Setembro (sexta-feira) às 21h - Inovação, Empreendedorismo, Desenvolvimento Económico - Góis - Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Góis

2. Dia 15 de Setembro (terça-feira), às 21h00 - Floresta, Ambiente, Protecção Civil, Acessibilidades - Vila Nova do Ceira - Salão da Casa do Povo

3. Dia 16 de Setembro (quarta-feira), às 21h00 - Desporto, Juventude, Idade de Ouro - Góis - Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Góis

4. Dia 17 de Setembro (quinta-feira), às 21h - Educação, Formação, Emprego, Saúde e Acção Social - Alvares - Salão da Comissão de Melhoramentos de Cortes (Alvares)

5. Dia 18 de Setembro (sexta-feira) às 21h00 - Turismo, Património, Cultura - Góis - Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Góis;

Para além destas áreas, o combate à desertificação humana e a reforma administrativa e organizacional serão temas discutidos de forma transversal.

Porque esta candidatura é por Góis e porque acreditamos que todos podem dar um contributo, esta é uma forma de por a nossa cidadania em acção.

Apareça nos debates.

Sede de candidatura:
Rua Conselheiro Dias Ferreira, n.º 7 (Antiga Rua da Ponte) 3330-310 GÓIS
Tel/Fax. 235 778 187
E-mail: info@lurdescastanheira.com

www.lurdescastanheira.com

GAL ADIBER - Beira Serra disponibiliza 6,5 milhões de euros no âmbito do PRODER

Na sequência da credenciação pelo Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas do Grupo de Acção Local [GAL] ADIBER - Beira Serra, para a implementação do Subprograma 3 do PRODER - "Dinamização das Zonas Rurais" na Região da Beira Serra - concelhos de Arganil, Góis, Oliveira do Hospital e Tábua - este território ficará dotado de um instrumento de ajudas financeiras na ordem dos 6,5 milhões de euros para o desenvolvimento de projectos de investimento em várias áreas.

Concluído o processo administrativo de aprovação da Estratégia Local de Desenvolvimento [ELD], dos respectivos Regulamentos Internos e dos Avisos de Concurso, a ADIBER irá abrir o 1º Concurso para a recepção de candidaturas já no próximo dia 21 de Setembro, dando assim início ao processo de implementação do Programa no terreno, o qual será gerido de acordo com a abordagem LEADER.

Refira-se que a ELD se desenvolve sob o conceito ARVORE - Ampliar as Redes de Valorização de Oportunidades e Recursos Endógenos e tem no Turismo um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento de projectos sustentáveis e indutores de emprego.

O objectivo nuclear da ELD aprovada é a "Melhoria da Qualidade de Vida da População" que tem como sustentáculos os objectivos específicos:
- Criar e Diversificar Emprego
- Prover a Competitividade e a Coesão da região
- Potenciar as Dinâmicas regionais
- Dar notoriedade [visibilidade] à Região

Para atingir estas s serão disponibilizadas ajudas financeiras, não reembolsáveis, através das várias Acções que estruturam o Programa, que terá a sua vigência até 31 de Dezembro de 2013.

Consideradas as prioridades nacionais do PRODER este é assumidamente um instrumento de apoio fundamentalmente dirigido para micro e pequenas empresas, portanto vocacionado para a iniciativa privada, com o objectivo de promover a criação de emprego e o desenvolvimento de actividades produtivas.

No sentido de promover uma ampla divulgação do Programa e das Medidas que entram em execução, junto dos potenciais promotores de investimentos, irão ser realizadas várias reuniões nos 4 concelhos da região, de acordo com o seguinte calendário:

Dia 15 de Setembro [Terça-feira]:
- Góis, Auditório da ADIBER, pelas 18:30;
- Arganil, Auditório da Biblioteca Municipal "Miguel Torga", pelas 21:30;

Dia 17 de Setembro [Quinta-feira]:
- Tábua, Salão Nobre da Câmara Municipal, pelas 18:30;
- Oliveira do Hospital, Auditório da Casa da Cultura "César Oliveira", pelas 21:30;

A ADIBER, na qualidade de Entidade Gestora, congratula-se por, a partir deste momento, estar disponível mais esta ajuda ao desenvolvimento da região da Beira Serra, informando todos os interessados que de acordo com os Avisos de Concurso para a formalização dos Pedido de Apoio, o prazo de recepção de candidaturas situa-se entre os dias 21 de Setembro e 20 de Novembro do corrente ano.

Para mais informações consultar a ADIBER [Estrutura Técnica Local] ou www.adiber.web.pt [menu PRODER]
in A Princesa do Alva, 10/09/2009
Falar da aldeia de Valboa
Eu já ouvi dizer a alguém que como não vivo actualmente na minha aldeia não posso reclamar aos nossos responsáveis concelhios as necessidades e as dificuldades que a aldeia está a enfrentar, como por exemplo a falta de água, tanto para consumir em casa, como para regar os quintais.Pois, então, os poucos e idosos habitantes que lá têm os seus haveres e que lá continuam a viver nas suas casas, terão de suportar as necessidades e as dificuldades, sem terem quem os ajude a enfrentar tais dificuldades?Assim sendo, nem eu, que nasci na aldeia e estou recenseado no concelho de Góis, tendo casas e quintais na minha aldeia, a pagar as minhas contribuições neste meu concelho e a passar as mesmas dificuldades dos que lá vivem actualmente, poderia dizer fosse o que fosse. No entanto, fomos colocados no abandono, tendo que viver com o que temos e nada mais, pois os actuais responsáveis mentiram-nos quando há trinta anos nos tiraram a água que era de regar os quintais, prometendo fazer um tanque para juntar as sobras para podermos regar. Prometeram, também, reparar os caminhos e ruas, mas as respostas a tudo isto tem-se protelado no tempo, atrás de sucessivas mentiras. Acresce que, para além de continuarmos no abandono, sem termos nada, podemos agora dizer que já nem água para beber, nem caminhos para andar. Julgo que pensarão tais responsáveis que assim é que está bem, afinal vivemos numa democracia.Quanto aos futuros responsáveis, que bem podem ser os mesmos que ainda se encontram a governar o concelho, a terminar o segundo mandato, dizem ser uma alternativa do concelho, no entanto ignoram que, após dois mandatos, não conseguiram sequer resolver os nossos problemas, acautelar as nossas necessidades, superar as nossas dificuldades.Perguntar-se-á: como querem eles que nós acreditemos no que eles dizem? Se não se incomodam que lhes chamem "vira casacas" ou "feijões frade", concluo que o que unicamente pretendem é ficar em primeiro lugar, esquecendo-se que para recolher é preciso semear. Ora, se eles quando começaram não se preocuparam em semear boa semente e com fartura, como esperam ter agora uma boa colheita?Os ainda responsáveis no activo do concelho nunca tiveram nada para nos dar, só pensaram em receber, sendo como aquele que diz "se me deres um pouco, eu dou-te um chouriço", chegando mesmo a ousar dizer que "não é com vinagre que se apanham moscas".Termino com os sinceros cumprimentos, pelos Valboenses.Fernando Alves Diasin Jornal de Arganil, de 3/09/2009

Esporão - Almoço da Amizade

No dia 16 de Agosto, e aproveitando a presença de conterrâneos em gozo de férias, realizou-se um almoço que juntou 60 pessoas, que conviveram enquanto saboreavam a magnífica chanfana (e não só...) assada no forno a lenha do parque de lazer. Afinal havia mais que motivos para festejar, pois que nos últimos dias tínhamos visto concretizar dois melhoramentos: a beneficiação da estrada (obra a cargo da C. M. de Góis) e a substituição da cobertura da Casa de Convívio, que beneficiou bastante o clima dentro da mesma, obra esta da responsabilidade da Comissão. No final foram apagadas velas do bolo de aniversário (oferecido pelo Dr. Bandeira Bento) e cantados os parabéns à "Menina Electricidade" que literalmente foi dada à luz, no Esporão, há 40 anos!in Jornal de Arganil, de 3/09/2009

Candidatura do PS de Góis estreita ligações com populações

Nos passados dias 29 e 30 de Agosto, Lurdes Castanheira, candidata do Partido Socialista à Câmara Municipal de Góis, liderou uma comitiva que visitou algumas localidades das Freguesias de Vila Nova do Ceira e Alvares, com o objectivo de contactar com as populações e auscultar os seus problemas e anseios, de modo a construir um Programa eleitoral que vá ao encontro das necessidades identificadas e seja amplamente participado pelos Goienses.
Acompanhada por José António Carvalho, cabeça de lista à Assembleia Municipal, por António Monteiro, candidato do PS à Assembleia de Freguesia e por outros elementos que integram a lista à Assembleia de Freguesia de Vila Nova do Ceira, Lurdes Castanheira enaltece a receptividade e o calor humano que rodeou os elementos da Candidatura, tendo sido recebidos inúmeros contributos que irão enriquecer o Projecto Autárquico do PS.
Semelhante recepção foi obtida na Freguesia de Alvares, onde foram identificadas várias carências básicas que ainda afectam as populações e que constituem expectativas, que estas há muito esperam ver resolvidas, como é o caso concreto de Mega Cimeira e Amioso Cimeiro. Nestes casos em particular, vão-se ouvindo promessas do Executivo da Junta de Freguesia de Alvares, que ainda que venham a ser cumpridas no curto prazo, têm a sua génese motivações eleitoralistas que não apenas a satisfação das necessidades das populações, que certamente não esquecem as dificuldades e os constrangimentos por que passaram ao longo dos últimos tempos.
Lurdes Castanheira visitou ainda vários projectos desenvolvidos pelas Comissões de Melhoramentos da Freguesia de Alvares, estruturas da Sociedade Civil que se apresentam como parceiros activos para o desenvolvimento do Concelho e cujo trabalho deve ser acarinhado e incentivado, porque tem sido determinante para a melhoria das condições de vida dos residentes.
Do balanço destes dois dias de campanha pré-eleitoral, a equipa liderada por Lurdes Castanheira congratula-se por estas jornadas terem demonstrado a força e os apoios que a candidatura do PS ao Município de Góis tem congregado à sua volta, sendo que iniciativas semelhantes estão a ser programadas para outras Freguesias, na medida em que esta se revela uma importante metodologia de trabalho na elaboração do Projecto Autárquico do PS para o período 2009-2013.
Da agenda de campanha do PS, está prevista a realização de uma reunião de trabalho com as Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis, que decorrerá na primeira quinzena de Setembro, em Lisboa, em lugar que oportunamente será divulgado.
Góis, 31 de Agosto de 2009
A Candidatura do PS ao Município de Góis
in Jornal de Arganil, de 3/09/2009

GÓIS - Centro de saúde: Ministra da Saúde visitou área de atendimento para a gripe A
Em Góis, Ana Jorge aproveitou para conhecer as instalações da Santa Casa da Misericórdia, insuficientes para as necessidades.

A ministra da Saúde, acompanhada pelo presidente da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), João Pedro Pimentel, visitou ontem uma área no Centro de Saúde de Góis dedicada ao atendimento de pessoas com sintomas de gripe A.
Na ocasião, Ana Jorge, que foi acompanhada também pelo director do Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Interior Norte 1, António Sequeira, e pelo delegado de saúde de Góis, Cruz Miraldo, visitou ainda as instalações da Santa Casa da Misericórdia de Góis, que não conseguem responder às necessidades da população em virtude da exiguidade do espaço existente.
Referindo que pretendeu "ver em que condições é que se estão a separar os doentes com gripe A", a ministra da Saúde disse ao DIÁRIO AS BEIRAS que o Centro de Saúde de Góis apresenta as condições necessárias para que "os doentes que vierem com sintomas de gripe sejam atendidos separadamente". Tendo tomado conhecimento de que é preciso melhorar as condições das instalações da Santa Casa da Misericórdia de Góis, onde os utentes estão internados, Ana Jorge explicou que as intervenções devem ser feitas "à luz das necessidades das pessoas do concelho".
Segundo a responsável pela saúde, "a parte de internamento poderá ser beneficiada", sugerindo que seja encontrada uma solução para requalificar o espaço e posteriormente a Santa Casa da Misericórdia, efectuando uma candidatura aos financiamentos estatais. "Mas para isso é preciso saber o que se pode fazer, em que condições, e o que é necessário para a população", alertou, esclarecendo que isso cabe à Administração Regional de Saúde do Centro, Agrupamento dos Centros de Saúde do Pinhal Interior Norte 1, Santa Casa da Misericórdia de Góis e autarquia local.
Quanto ao possível encerramento do SAP (Serviço de Atendimento Permanente) de Góis, Ana Jorge afirmou que este serviço não deixa de funcionar "enquanto não se encontrarem alternativas".
"Há Serviços de Urgência Básicos a funcionar e temos de garantir é que todas as pessoas tenham acesso aos centros de saúde a qualquer altura", realçou, considerando que a existência de apenas três médicos, ao serviço 24 horas por dia, em Góis, não é suficiente para assegurar o funcionamento do SAP, sendo necessário "encontrar soluções concentrando alguns recursos".

Câmara cede terreno
para novo centro de saúde

Em representação da Câmara de Góis, Diamantino Garcia assegurou que a autarquia está disponível para abdicar do espaço existente entre a GNR e o pavilhão para a construção de um novo centro de saúde. "O primeiro projecto para este espaço era uma piscina, parece que é mais urgente o centro de saúde", defendeu, acrescentando que naquele local ficava "muito bem situado", já que está junto das escolas, dos bombeiros, das instalações da Santa Casa da Misericórdia, e no centro da vila. "A câmara tem investido algum dinheiro mas é um remedeio", continuou o vice-presidente da autarquia goiense, referindo-se às actuais infra-estruturas.
Em relação ao SAP que está a funcionar no centro de saúde, Diamantino Garcia destacou que "não funciona nas melhores condições", mantendo-se devido "às boas vontades dos médicos e enfermeiros". Satisfeito com a visita da ministra da Saúde a Góis, o vice-presidente da câmara revelou ainda que gostava de receber "o secretário de Estado Paulo Campos, para colocar a primeira pedra na estrada n.º 342".
in Diário As Beiras, de 4/09/2009
Parque infantil "José Girão Vitorino" inaugurado na praia fluvial de Alvares

A Câmara Municipal de Góis, em colaboração com a junta de freguesia de Alvares, construiu um parque infantil junto à praia fluvial de Alvares, espaço que recentemente foi alvo de uma requalificação, com a realização de algumas obras, colocação de relva e respectivo sistema de rega, e iluminação. Contando com uma grande afluência dos turistas durante a época balnear, esta zona tem sido bastante procurada este verão, podendo as crianças usufruir de um espaço onde se podem divertir. Apesar de já estar em funcionamento há algum tempo, a cerimónia de inauguração do parque infantil teve lugar no dia 22 de Agosto, no âmbito das festas de verão que decorreram em Alvares ao longo de todo o fim-de-semana, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, presidente da junta de freguesia e restantes membros, bem como população em geral.
Após o descerramento de uma placa alusiva ao evento, na qual consta o nome atribuído ao parque, "parque infantil José Girão Vitorino", o presidente da junta de freguesia de Alvares, agradecendo a presença de todas as pessoas neste acto, considerou que este foi um "momento simbólico" e "um dia marcante", revelando que o parque infantil faz parte de "um projecto estruturante para a nossa freguesia", que visa a requalificação de toda a zona ribeirinha de Alvares. "O projecto da praia fluvial está a andar", referiu, realçando que as obras começaram com a recuperação de muros e açudes.
Segundo Vítor Duarte, estes melhoramentos são da responsabilidade da autarquia, uma vez que "já não havia hipótese de financiamento por parte da Comunidade Europeia e isto só foi feito com a coragem do presidente da Câmara de assumir esta obra há tantos anos desejada por todos nós", frisou. Mostrando-se satisfeito por Girão Vitorino se ter associado a esta iniciativa, o presidente da junta de freguesia de Alvares fez votos para que este projecto seja concluído, reforçando o seu agradecimento ao presidente da Câmara por "todo o seu empenho".
"O parque infantil é também um sinónimo de futuro", alegou, explicando que se destina às crianças e defendendo que é necessário criar infra-estruturas para os mais novos. Por essa razão, "temos já em construção o Centro Escolar de Alvares", lembrou Vítor Duarte, revelando que este é outro dos projectos que também conta "com a coragem da Câmara Municipal". "Só assim asseguramos o futuro", afirmou, advogando que é preciso apoiar as crianças "dando condições para que vivam na nossa freguesia".
Já o presidente da Assembleia de Freguesia, recordando que a praia fluvial de Alvares é "uma das primeiras praias fluviais desta zona", contou que este espaço é utilizado "há mais de 20 anos", no entanto, "não nas melhores condições". Constatando que os problemas levam algum tempo a resolver porque "é necessário quem execute", Joaquim Mateus declarou que "ao fim de 20 anos tivemos a sorte de ter um presidente de Câmara e um presidente de junta que conseguiram executar esta obra".
Coube ao presidente da Câmara Municipal de Góis encerrar esta cerimónia, destacando que as intervenções em Alvares começaram com o saneamento para evitar a poluição da ribeira. "Depois foi a requalificação desta ribeira e passámos para a praia fluvial", explicou, congratulando-se pela qualidade das águas da ribeira do Sinhel que "são óptimas para o banho". De acordo com José Girão Vitorino, a praia fluvial de Alvares tem sido vigiada pela autarquia, aguardando-se que passe a ser vigiada também pelas entidades responsáveis pelo Ambiente, "quando for classificada como praia oficialmente".
Na ocasião, o autarca mostrou vontade para que esta praia integre a rede das praias fluviais, uma vez que "isto é uma mais-valia não só para a povoação de Alvares como para toda a freguesia e região". Enaltecendo que o presidente da junta de freguesia foi um dos grandes impulsionadores deste projecto, Girão Vitorino sublinhou que esta obra é "de todo poder local". "Com esta força toda conseguimos dar este passo em frente", continuou, constatando que o Centro Escolar que está a ser construído "é algo maravilhoso a pensar no futuro".
"Temos de pensar que esta terra tem potencialidades para ter mais vida e mais gente", defendeu o edil, realçando que "temos de travar uma grande luta contra a desertificação", através da criação de infra-estruturas como a escola, o lar e o pólo industrial de Cortes onde "vamos ter mais um industrial com postos de trabalho", anunciou. Alegando que todas as obras realizadas são "para o bem da nossa freguesia", o presidente da Câmara de Góis frisou que o parque infantil de Alvares é uma obra "a pensar nas crianças". "Está aqui um parque que não envergonha ninguém, está muito bem constituído e penso que as crianças adoram", acrescentou, realçando ainda que a praia fluvial dispõe de um espaço relvado onde as pessoas podem permanecer quando vão ao banho. Fazendo votos para que todas estas infra-estruturas continuem a ter a devida utilização, Girão Vitorino apelou para que "esta terra continue a progredir" e que "tenha cada vez mais vida".

Lurdes Gonçalves
Pinhal interior norte - Autarcas preocupados com atrasos na concessão

Em conferência de imprensa, os autarcas da Lousã e Arganil, Fernando Carvalho (PS) e Ricardo Alves (PSD), vice-presidentes da CIMPIN, pediram ao Governo celeridade na adjudicação da concessão para que "as obras comecem o mais rápido possível".

"Consideramos as obras nela previstas, designadamente o IC3, entre Tomar e Coimbra, a EN 342, entre Lousã-Góis-Arganil-Côja-IC6, a requalificação do IC8 e todas as vias que contemplam a melhoria das acessibilidades às sedes de concelho, como absolutamente estratégicas para corrigir assimetrias, promovendo o desenvolvimento e a coesão de toda a região", leu Ricardo Alves, num comunicado distribuído aos jornalistas.

Lançada a 14 de Junho de 2008, em Condeixa, pelo primeiro-ministro José Sócrates, a concessão do Pinhal Interior inclui um pacote de estradas com uma extensão de 567 quilómetros, que iria servir cerca de 400 mil pessoas, cuja adjudicação estava prevista para o primeiro trimestre de 2009.

A concessão, orçada em 772 milhões de euros, beneficiaria directamente os concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere, Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão, Alvaiázere, Ansião, Penela, Castanheira de Pêra, Condeixa, Figueiró dos Vinhos, Miranda do Corvo, Lousã, Góis, Arganil, Coimbra, Pombal, Vila de Rei, Pampilhosa, Pedrógão e Sardoal.

"Estamos a perder demasiado tempo a tratar de um conjunto de obras essenciais para os nossos concelhos e, por isso, pedimos celeridade na decisão de adjudicação para que as obras comecem o mais rápido possível", afirmou Fernando Carvalho, que presidente há uma década à autarquia da Lousã.

Os representantes da CIMPIN consideraram "incompreensível que após todas as outras concessões estarem em fase final de resolução, mais uma vez o Pinhal Interior fosse discriminado negativamente, aumentando as disparidades regionais e reduzindo drasticamente a competitividade deste território".

Quando do lançamento da concessão, o primeiro-ministro José Sócrates afirmou que a concessão era um acto de "solidariedade, justiça e afirmação do Estado português que não quer deixar nenhuma região do país para trás, que quer fazer do território nacional um território coeso, reduzir as desigualdades e para as reduzir deve dar igualdade de oportunidades a todos".

"É um investimento muito significativo para fazer no espaço de poucos anos aquilo que já deveria estar feito e para afirmar a coesão nacional, o sentido de responsabilidade que a solidariedade e a procura de uma igualdade de oportunidades há muito devia ter imposto", salientou ainda José Sócrates. No dia 24 de Junho, na Lousã, quando recebeu a Medalha de Mérito do Município, o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, adiantou em primeira mão que existiam quatro propostas para a Concessão de Estradas do Pinhal Interior, admitindo que as obras poderiam ainda avançar nesta legislatura.

"Já estamos na fase final do processo. Estimo que isto será uma questão de algumas semanas até que a avaliação possa estar concluída e estejamos em condições de poder perceber qual é a melhor proposta", referiu o governante.

Salientando que "esta concessão vai entregar a construção, operação e manutenção de cerca de 565 quilómetros de estradas nesta região", dos quais apenas 84 km serão em auto-estrada, Paulo Campos destacou, na altura, que se trata de "vias fundamentais para se poder chegar às 22 sedes de concelho que estão envolvidas".

Mas passados os meses de Julho e Agosto, o presidente da Câmara da Lousã, Fernando Carvalho, mostra-se preocupado com o alargamento dos prazos para a adjudicação da concessão.

"Decorridos mais dois meses, a somar ao atraso anterior, estamos a demorar demasiado tempo, o que é prejudicial para todos nós", salientou o edil socialista.

Por seu lado, Ricardo Alves, presidente do município de Arganil, salientou que "todos os autarcas têm feito sentir ao Governo a necessidade do



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