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Regionalismo

Góis em Notícias

O Regionalismo “Anémico” ainda estrebucha
A autarquia tem tido uma atitude digna de registo para com a freguesia de Alvares



Adriano Pacheco

Levados pelos ventos de reção, propagados pelas comemorações do octogéaniversário do regiogoiense, ou talvez não, também os alvarenses foram bafejados por esses ares de muça que, pouco a pouco, se foram transformando numa vaga de fundo capaz de assolar o território da Beiaparentemente indiferenao que de novo se está a passar.
Com a força desta ventania e dede um período conturbado de cinco anos, algo atípico, com deser
ções, abandonos e demissões pelo meio, a Comissão de Melhoramende Alvares lá ganhou forças para, em Assembleia-Geral, apresentar contas aos seus associados que, com algumas hesitações, aceitaramcomo válidas. Desta maneira conseguiu-se ultrapassar este ciclo aberrante, monolítico e bizarro que deixou grande perplexidade. Ciclo este que se arrastou por demasiado assim um perigoso precedente. Quem vier atrás que feche a porta!...
Tal como na vida das pessoas, também nas colectividades aconacidentes de percurso algo inesperados, longe de serem imagios quais não dignificam nada nem ninguém, pese embora pelo meio, consigam almejar "troféus" de gosto muito duvidoso bem ao jeito dos tempos políticos que decorrem, o que pouca importância teria, ou nenhuma, se tudo isto ficasse bem claro. Mas acontece que só uma mientendeu o que se passou. A outra parte ficou a magicar como teria sido possível realizar obra; eno "Zé-povinho" esfregava os olhos atónito e depois batia palmas sem saber bem porquê. Espantoso!
Esgotada e espremida a linha de actuação dos "verdadeiros" amigos de Alvares e fechado este perturciclo, pode dizer-se que nem

das intenções. Por certo que agora não iremos ter aqueles discursos inflamados na primeira pessoa, as ,lamechices habituais dos desvanem a fuga confrangedora da auto-flagelação. Não iremos ter a apologia da individualidade do todo-poderoso, mas sim o esforço e apoio do colectivo para que o redas cinzas da autêntica colectividade seja possível.

A vida é feita de ciclos, uns cine outros dourados, dentro dos quais tudo deve ser feito para se aproveitar o movimento desenpela autarquia que, em abono da verdade, tudo fez para se levar a bom termo aquilo que era necessário fazer-se, utilizando uma notá\4el engenharia financeira. Sem o dizer com bazófia, sem o afirmar com arrogância, a autarquia tem tido uma atitude digna de registo para com a freguesia de Alvarês, contribuindo assim para a cura de antigas feridas. Da nossa parte tem, desde já o nosso reconhecimento, esperando que, passada esta fase de euforia, não feche a porta aos que atrás se perfilam desejosos de fazerem obra.
À Direcção ora eleita, que pesada herança vai receber, desejamos não apenas felicidades, mas sim muita sorte e força para conseguir reunir os “cacos” espalhados e pôr de pé aquilo que tanto custou a erguer aos sócios fundadores. Da nossa parte terá todo o apoio.

in Jornal de Arganil, 28/08/2008



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